Entradas com Etiqueta ‘Treinamentos’

SOFtran Marca Presença na Transposul 2012

Sexta-feira, 13 de Julho, 2012

De 04 à 06/07 aconteceu a 14ª Transposul – Feira e Congresso de Transporte e Logística em Porto Alegre/RS. A feira está entre as principais do Pais e se apresenta como uma excelente alternativa para os visitantes ficarem sabendo detalhes sobre as novidades e se aprofundar em temas importantes ligados ao setor.

 

Mais uma vez, a SOFtran prestigiou o mercado Transportador e esteve presente como expositor. Durante o evento nosso estande foi um dos mais visitados, recebemos clientes, fornecedores, parceiros e autoridades ligadas ao transporte e logística. Além de estreitar o relacionamento com nosso público de interesse, foram apresentadas novidades relacionadas aos nossos produtos e serviços, principalmente no que se refere a versão 3 dos sistemas.

 

Agradecemos aos visitantes e nos colocamos a disposição!

 

 

Sobre a Transposul:

Para saber mais informações sobre a feira, acesse: http://www.transposul.com/

 

Sobre a SOFtran:

 

Fundada em Setembro de 1.994, vem se destacando e sendo reconhecida como uma das melhores empresas no fornecimento de  softwares de gestão (ERP – Enterprise Resource Planning), direcionados de forma exclusiva ao segmento de Transporte e Logística.

 

Empresa com 100% de capital nacional, tendo sua matriz localizada na cidade de Joinville/SC, contando ainda com unidades de negócios em São Paulo/SP, Farroupilha/RS e Curitiba/PR.

Certificada com a ISO 9001, possui equipe altamente capacitada, comprometida e com experiência acima de 20 anos em informática e transporte, fatores que credenciaram a SOFtran a finalizar com sucesso mais de 120 implantações de nossos produtos em empresas Transportadoras dos mais diversos portes e características de atuação, como por exemplo: de cargas fracionadas, de cargas completas, transporte nacional, transporte internacional, de cargas secas, de cargas líquidas, com frota própria, com frota terceirizada, etc.

 

Investe no que há de mais moderno em termos de ferramentas para desenvolvimento, utilizando os melhores bancos de dados do mercado (Oracle e MS-SQL Server), adequando-se à melhor relação custo x benefício para a sua empresa.

A SOFtran apresenta softwares integrados, configuráveis, disponibilizados de forma on-line e customizados, respeitando as particularidades do Transportador e que permitem a redução de retrabalho, com total confiança nas operações realizadas, sejam elas comerciais, operacionais, financeiras, contábeis, fiscais, patrimoniais, recursos humanos, folha de pagamento, ponto eletrônico, BI ou de controle de frotas.

 

Mais informações acesse www.softran.com.br

 

 

 

SOFtran estará na INTERMODAL 2012

Segunda-feira, 26 de Março, 2012

De 10 à 12/04 a SOFtran estará participando da INTERMODAL SOUTH AMERICA, considerada por muitos a maior e melhor feira de  Logística, Transporte de Carga e Comércio Exterior e que acontece no TRANSAMÉRICA EXPO CENTER – SÃO PAULO. Fortalecer a marca e parcerias estratégicas, além de apresentar novidades referente a versão 3 dos sistemas estão entre os objetivos da nossa participação. Prestigie o evento, faça contatos e gere negócios! Mais informações sobre a feira acesse http://www.intermodal.com.br/

Letsara reduz emissão de poluentes com projeto de responsabilidade

Segunda-feira, 5 de Dezembro, 2011
A Letsara Transportes e Logística, empresa gaúcha que opera o transporte internacional no Mercosul, vem colhendo resultados significativos com o Projeto EcoSocial, que tem como principal objetivo reduzir os impactos ambientais produzidos pela frota da empresa.

Com metas trimestrais, o foco é economizar no diesel e manter a frota regulada para diminuir as emissões. O projeto adotou os fatores de conversão do Programa Brasileiro GHG Protocol como padrão.

Segundo o gerente administrativo da empresa, Andrei Coppetti, o projeto teve início em abril deste ano. “Nós traçamos um objetivo de redução de 3% no segundo trimestre do ano, 4% no terceiro e 5% no quarto. Até agora conquistamos todos os objetivos, falta pouco para alcançarmos os 5% prometidos para o último período”, diz o executivo.

Coppetti ainda ressalta que a meta é deixar de emitir 170 toneladas de gases poluentes neste ano de 2011.

 
Por Victor José, repórter do Portal Transporta Brasil

Trans Iguaçu premiada pela Kraft Foods Brasil

Terça-feira, 18 de Outubro, 2011

A empresa curitibana Trans Iguaçu acaba de receber o Prêmio Pascoal (Coelhão), concedido pela Kraft Foods Brasil, como empresa de melhor desempenho na entrega dos Ovos de Páscoa. Participam da disputa cinco grandes transportadoras brasileiras, responsáveis pela logística de distribuição de ovos em todo país. A Trans Iguaçu, que faz a entrega de chocolates na Grande São Paulo, alcançou índice de 99,6% no critério performance, que analisa a eficiência do serviço de entrega nos quesitos dia, horário estabelecido, faltas e avarias.

O prêmio foi comemorado com entusiasmo na empresa, já que até 2010 a Kraft premiava uma transportadora por região e neste ano a premiação passou a ser nacional. “É a confirmação da excelência do trabalho prestado há nove anos pela Trans Iguaçu à Kraft Foods Brasil, que é a maior empresa de doces do mundo”, destacou o sócio-gerente Douber Cardoso. Ele explica que a empresa paranaense forneceu aos seus colaboradores um treinamento específico para atender ás necessidades da Kraft.

Quem encontra no supermercado gôndolas cobertas de Ovos de Páscoa não tem idéia da logística necessária por detrás da distribuição. “Os ovos têm dia e horário para entrega, o que requer um planejamento impecável e principalmente a dedicação dos nossos colaboradores”, enfatizou Cardoso.

Para fazer a entrega de Ovos de Páscoa em mais de 350 lojas da grande São Paulo, sem extrapolar os prazos previstos e mantendo a integridade dos produtos, a transportadora curitibana enfrentou obstáculos como rodízio de placas e a restrição de horários vigente na maior cidade da América Latina. Foram utilizados 30 caminhões refrigerados dedicados, em uma operação que durou 28 dias, envolvendo aproximadamente 80 profissionais da empresa.

Para celebrar mais este prêmio recebido pela Trans Iguaçu, a empresa realiza um jantar para colaboradores e convidados, que acontece no próximo dia 19, no restaurante Mezza Notte. Na oportunidade será feito um brinde em comemoração ao prêmio conquistado, além de presenteados os colaboradores que mais se destacaram na operação.

Sobre a Trans Iguaçu
Fundada em 1967, a Trans Iguaçu presta serviços de transporte rodoviário de cargas em todo país e destaca-se pela excelência de seus serviços. A empresa já recebeu inúmeros prêmios por garantir novas soluções, agilidade e exclusividade no atendimento. Atualmente instalada na Cidade Industrial de Curitiba, a transportadora conta com nove filiais instaladas em cidades estratégicas, sendo uma em Assunção, no Paraguai, além de uma equipe de 420 colaboradores e uma frota de 220 veículos.

 

Fonte: Trans-Iguaçu

SOFtran Estará na Transpo-Sul 2011

Quinta-feira, 2 de Junho, 2011

De 13 a 15 de julho, no Centro de Eventos FIERGS, em Porto Alegre/RS, estará acontecendo a Transpo-Sul. A feira está na sua 13ª edição e é o ponto de convergência dos produtos e serviços que fazem a diferença neste mercado tão competitivo. A SOFtran, pela terceira vez consecutiva estará participando. Venha nos visitar.

A Perda de Receita. Você tem idéia de quanto perde?

Segunda-feira, 30 de Maio, 2011

 

Você tem idéia da perda de receita decorrente de fraudes de Clientes ou falhas internas no seu processo de faturamento?Infelizmente não existem dados confiáveis a respeito desse tema, mas seguramente existem valores substanciais a serem recuperados pela sua empresa. Particularmente, estimo algo entre 10% a 20% da receita atual das Transportadoras e Operadores Logísticos. Portanto, se a sua empresa tem uma receita mensal de R$ 5 milhões, poderia estar faturando R$ 5,5 a R$ 6,0 milhões.

O problema é grave, e em função disso muitas Transportadoras e Operadores Logísticos já remuneram as comissões de seus Executivos de Vendas e vendedores pelos valores líquidos recebidos e não pelo faturamento,

Fraudes de Clientes normalmente estão relacionadas à informação incorreta de pesos e volumes destinados a entrega. A utilização das esteiras cubadoras por várias transportadoras de cargas fracionadas têm se transformado em um grande “tormento” para diversos Embarcadores mal intencionados. Clientes também atrasam pagamentos, aplicam multas financeiras relacionadas ao desempenho “contratado”, deixam de recolher taxas acessórias (generalidades) e praticam descontos de faturas de forma unilateral. Você tem controle sobre isso?

Porém, uma parcela representativa das perdas de receitas em Transportadoras e Operadores Logísticos é decorrente de falhas de procedimentos internos ou erros existentes em todo o fluxo de faturamento.

Ao processo de minimizar essas perdas chamamos de Garantia de Receita. O que a sua empresa está fazendo para minimizar as perdas de receita e garantir o correto faturamento?

Para combater a perda de receita, é fundamental mapear e entender o fluxo de faturamento desde o registro da coleta ou de qualquer outra atividade operacional ou administrativa até o efetivo recebimento do dinheiro relativo ao pagamento das faturas emitidas.

É possível que o fluxo de faturamento apresente algumas variações em função do sistema de faturamento adotado pela empresa e dos procedimentos particulares associados aos diferentes clientes.

A cada ponto de perda potencial identificado dever-se-á estabelecer um procedimento de controle com o intuito de garantir que não esteja havendo perda de receita.

E quais são os potenciais pontos de perda de receita?

Começaremos pelos ajustes em faturas e descontos concedidos a Clientes.  Quais os principais motivos para a revisão dos valores cobrados? Qual o procedimento existente para solicitar e autorizar os abatimentos? Existe algum tipo de análise para descontos acima de determinados valores?

Outro ponto importante está relacionado ao ressarcimento de danos causados aos Clientes, em função de extravios de mercadorias, furtos, avarias, etc. Qual o procedimento existente para a análise e aprovação dos valores envolvidos? Existem estatísticas confiáveis e estratificação dos principais motivos para as não-conformidades? Qual a abordagem aplicada na solução e prevenção dos principais problemas?

É também um potencial perda de receita os valores não cobrados por serviços diferenciados, diferentes daqueles contratados. Está claro para a sua empresa quais os serviços contratados pelos Clientes e aquilo que pode ser considerado um serviço especial e diferenciado e como (e quanto) isso deve ser cobrado?

Considera-se também perda de receita a não cobrança de taxas decorrentes das dificuldades causadas pelos Clientes na coleta e entrega de materiais, como é o caso da TDE – Taxa de Dificuldade de Entrega, taxas de agendamento, TDA – Taxa de Dificuldade de Acesso e TRT – Taxa de Restrição de Trânsito, esta última resultante das restrições impostas pelos governantes de diversos municípios brasileiros.

Por fim, podemos considerar perda de receita os juros não cobrados pelos extensivos prazos de pagamento praticados pelos Clientes, além daquilo combinado.

A adoção de diversos procedimentos de controle contribuirá para reduzir significativamente a perda de receita provocada por erros de procedimento e falhas de sistemas de monitoramento e alerta. Esses procedimentos deverão ser acompanhados de análises técnicas e complementados por estatísticas que comparem a receita estimada com a receita real.

Pode ter certeza que todo e qualquer esforço será recompensado, afinal, o potencial de recuperar “receitas perdidas” é muito maior do que podemos imaginar.

 Fonte: Tigerlog – Marco Antônio Neves
 

ANTT proíbe definitivamente a Carta-Frete para caminhoneiros autônomos

Sexta-feira, 29 de Abril, 2011

A ANTT – Agência Nacional de Transportes Terrestres publicou no Diário Oficial da União a resolução nº 3.658/2011 que regulamenta o pagamento dos caminhoneiros autônomos. Com isso, fica proibido o uso de carta-frete ou de qualquer outro meio não homologado pela ANTT. José Araújo “China” da Silva, presidente da Unicam – União Nacional dos Caminhoneiros, conta que essa é uma das maiores conquistas para a classe. “Antes o sistema não tinha nenhum controle e cada um trabalhava na maneira que julgasse mais vantajosa. Agora existe uma regra e as companhias terão que cumprir”, comemora.

As empresas têm até 180 dias para se adequar a nova norma sem serem penalizadas. Transportadoras e embarcadoras podem escolher entre duas formas de pagamento: depósito direto na conta do caminhoneiro ou contratação de uma empresa homologada pela ANTT.

A Agência irá habilitar empresas como administradoras de meios de pagamento eletrônico de frete que cumprirem os requisitos previstos na resolução. Basicamente, as empresas candidatas à homologação devem ter sistemas de pagamento com recursos tecnológicos que permitam efetuar créditos para liquidação dos fretes, operações de saque e débito e utilização de senha para impedir o uso não autorizado. Nesses cartões deverá constar o valor do frete, do vale-pedágio, do combustível e de eventuais despesas. No site da ANTT ficarão disponíveis informações sobre as empresas habilitadas.

A nova resolução põe fim a uma prática com mais de 50 anos: a carta-frete. Forma comum de pagamento pelo transporte de carga, o documento não tem valor fiscal e é emitido sem permissão legal pelas próprias empresas, que liberam os caminhoneiros para abastecer somente nos postos acordados para realizar a troca da carta-frete por dinheiro ou cheque. O caminhoneiro também é submetido a um consumo mínimo e ainda ao pagamento de um valor superior no litro do combustível, infringindo o Código de Defesa do Consumidor, que proíbe condicionar o fornecimento de um produto ao consumo de outro.

Além de prejudicar cerca de 1,19 milhão de transportadores autônomos, a carta-frete também dificulta a fiscalização e facilita a sonegação de impostos. Estima-se que o setor movimente R$ 60 bilhões anualmente, mas 73% estariam na informalidade. Segundo dado do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o governo brasileiro registra como movimentação de frete em relação a caminhoneiros apenas R$ 16 bilhões por ano.

Para os transportadores autônomos os principais benefícios serão a liberdade de escolha e a inclusão social. “Os caminhoneiros poderão optar pelas melhores condições oferecidas pelos postos. Além disso, com a regulamentação do pagamento eles terão como comprovar a renda e participar de programas de financiamento para renovar a frota”, explica China.

Fonte: Weblog

Transportadora Plimor inaugura unidade em São Carlos, SP

Quinta-feira, 28 de Abril, 2011

A Transportadora Plimor abriu mais uma unidade no interior de São Paulo no dia 26 de abril, em São Carlos. A nova filial, situada no bairro Parque Industrial, é a 18ª no Estado.

Com a expansão, a Plimor atinge a marca de 73 unidades distribuídas no Brasil, São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná e na Argentina. “Quanto mais unidades, menor é a área de cobertura, o que representa ainda mais agilidade em nível operacional”, ressalta o diretor da Plimor, Julhiano Bortoncello.

A unidade de São Carlos é direcionada para o atendimento de 28 cidades: Américo Brasiliense, Araraquara, Boa Esperança do Sul, Bocaina, Brotas, Descalvado, Dobrada, Dois Córregos, Dourado, Gavião Peixoto, Guariba, Guatapará, Ibaté, Itápolis, Itirapina, Matão, Motuca, Nova Europa, Pirassununga, Porto Ferreira, Ribeirão Bonito, Rincão, Santa Ernestina, Santa Lícia, Santa Maria da Serra, Torrinha, Trabiju, além de São Carlos.

A Plimor de São Carlos conta com área própria de 800 m² e frota compatível, com cinco caminhões. Antes, as unidades de Ribeirão Preto e Bauru atendiam os clientes dessa região. A expectativa da nova filial é transportar um volume mensal de 200 toneladas e realizar 1,3 mil entregas. “É mais um ponto estratégico no Estado, que vai permitir uma presença maior junto aos clientes”, destaca Bortoncello.

Fonte: Web Log

Projeto Brasil-ID diminui o alto risco no transporte

Terça-feira, 19 de Abril, 2011

As Secretarias de Fazenda Estaduais e a Receita Federal, representados pelo Encontro Nacional dos Administradores Tributários (ENCAT) e pelo Centro de Pesquisas Avançadas Wernher von Braun, com o apoio do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) e do FINEP,  apresentam os primeiros resultados da implementação de projetos piloto do sistema “Brasil-ID” para iniciar, em cadeia nacional, o Sistema de Identificação, Rastreamento e Autenticação de Mercadorias.

O Brasil-ID, organizado pelas Secretarias de Fazenda dos Estados da União, Receita Federal e Ministério da Ciência e Tecnologia, incorpora os conceitos dos Documentos Fiscais Eletrônicos, como a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), o Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e) e o Manifesto de Documentos Fiscais Eletrônicos (MDF-e), utilizando um conjunto de soluções tecnológicas dentro de uma padronização para reduzir os riscos associados à fabricação e à logística de transporte de mercadorias que circulam pelo país.

Para a implementação oficial do projeto em todo o país, o Governo Brasileiro, por meio do Ministério da Ciência e Tecnologia e da FINEP, está investindo mais de R$ 20 milhões em testes de implementação pilotos e desenvolvimentos tecnológicos que viabilizam a prática de utilização de soluções tecnológicas modernas no âmbito internacional e, também, a independência tecnológica nacional relacionada ao fornecimento dessas soluções, sem a necessidade de importação de equipamentos.

O projeto é coordenado pelo Encontro Nacional dos Administradores Tributários (ENCAT) e pelo Centro de Pesquisas Avançadas Wernher von Braun. As implementações-piloto serão conduzidas através de corredores que passam por 16 Estados da União, por dezenas de empresas nos vários estágios da cadeia logística e em alguns segmentos mercantis. Participam ainda do projeto outras instituições de pesquisa e desenvolvimento. Com a estruturação de serviços de rastreamento e verificação de autenticidade de mercadorias é possível promover a segurança e a otimização do comércio e circulação em cada um desses Estados.

O sistema é baseado na tecnologia de Identificação por Radiofrequência (RFID) e em tecnologias associadas de telecomunicação, definindo um padrão comum para o rastreamento e a autenticação de todo tipo de produto em circulação pelo país. O objetivo do Governo é oferecer à empresa contribuinte nacional e ao cidadão consumidor uma ferramenta para a segurança do transporte de mercadorias, que diminua o risco e, portanto, o custo final no mercado.

O sistema possibilita a fiscalização mais ágil de cargas (inclusive as lacradas), a leitura automática da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e das notas fiscais na indústria e em toda a cadeia de distribuição, além das informações gravadas ao longo de todo o ciclo de vida do produto, que também ficam disponíveis a qualquer hora e em qualquer lugar, através de dispositivos e de comunicação sem fio. Estes podem ser usados em postos fiscais, pelas empresas de transporte, distribuidores, indústria e até pelo consumidor final.

As identidades das mercadorias ficarão gravadas e disponíveis, e o histórico dos eventos de passagem será gravado no próprio produto, de forma segura, a cada elo da cadeia de suprimentos. Assim, será possível saber suas rotas, as possíveis tentativas de fraude, os desvios (roubo ou furto), o tempo de trajeto, os custos associados, o monitoramento e as transações, tudo em tempo real, através do sistema de gerenciamento central e também pela leitura do próprio produto, que acusará esses eventos.

Fonte: Web Log

Plimor supera metas no transporte de cargas em 2010

Quinta-feira, 14 de Abril, 2011

A Plimor, transportadora gaúcha especializada no segmento de cargas fracionadas, fechou 2010 com faturamento 30,93% acima de 2009. “Foi um ano de muito trabalho, mas superamos a meta projetada pela empresa que era de 21,45%”, comemora o diretor, Julhiano Bortoncello (foto).

Em relação ao volume de despachos realizados, em 2010 a empresa contabilizou um incremento de 15%. “Nosso planejamento era ousado principalmente em termos de faturamento, já que havíamos estabelecimento uma meta acima do que era projetado para o PIB do país. Crescemos ampliando nosso marketshare e isso se verificou principalmente em São Paulo”, complementa Bortoncello.

No último trimestre do ano, devido ao fortalecimento do comércio eletrônico observado principalmente durante as compras para o Natal, a empresa registrou recorde nas movimentações. O pico de despachos foi observado em novembro, mês que superou em 21% a média mensal de 2010. Em comparação à média mensal registrada em 2009, este indicador foi ainda mais significativo, chegando a 40%.

Os resultados colhidos pela Plimor no ano passado tiveram grande contribuição das operações realizadas em São Paulo. As unidades de Guarulhos e de Campinas registraram ampliação no faturamento de 56,5% e de 43% respectivamente.

Bortoncello acrescenta que a transportadora também colheu bons resultados graças à ampliação na carteira de clientes, observada em todos os estados onde atua, mas especialmente em São Paulo, e com destaque no segmento de e-commerce.

Já Metrioni de Borba, gerente geral de Logística da Plimor, explica que o aumento na movimentação no final de ano é normal no setor de transportes. Entretanto, em 2010, houve uma mudança no perfil do cenário em função do comércio eletrônico. “Nem as próprias empresas com e-commerce esperavam isso, pois as previsões de embarque enviadas por elas antes deste período ficaram bem abaixo do que foi verificado. Isto provocou uma sobrecarga em todo o setor de transportes”, informa.

Para alcançar bons resultados, a empresa realizou não apenas investimentos na estrutura, com a implantação do plano de automatização dos terminais e ampliação no número de unidades, como também reforçou áreas e operações consideradas estratégicas.

Para o reforço na logística das operações, a transportadora criou linhas extras e, como medida preventiva, destacou veículos volantes para atendimento de fluxo excedente que não tivesse sido previamente programado pelos clientes. Outra ação foi a ampliação da frota efetiva da Plimor em cerca de 20%, representando aproximadamente 60 veículos, com a agregação de terceiros.

Fonte: Portal Logweb