Entradas com Etiqueta ‘Softran Mobile’

Imperdível! Campanha de Vendas SOFtran

Segunda-feira, 6 de Agosto, 2012

Durante o mês de Agosto/12 o módulo CRM estará com condições especiais para aquisição!

Estaremos concedendo 30% de desconto no valor das licenças e os pagamentos poderão ser feitos em até 10 parcelas mensais.

Para mais informações, entre em contato com nossa área comercial!

Dentre os recursos disponibilizados pelo módulo CRM destacamos:

  • Controle de oportunidades de negócio, possibilitando registrar e acompanhar todas as fases de negociação até a sua concretização;
  • Registro de Atendimentos a Clientes;
  • Gerenciamento de Reuniões;
  • Controle de Agenda dos Consultores/Vendedores;
  • Cadastro dos Concorrentes;
  • Possibilidade de Abertura de Chamado;
  • Geração de listas de E-mail Marketing;
  • Integração do sistema CRM com os demais módulos;
  • Tela de Atendimento com as seguintes funcionalidades:

a)            Registrar uma Coleta;

b)            Consultar a Situação de um Conhecimento;

c)             Agendar uma Carga;

d)            Priorizar uma Carga;

e)            Realizar uma Cotação;

f)             Consultar o Movimento Financeiro do Cliente;

g)            Registrar Solicitação a Cobrança;

h)            Pós – Venda;

i)              Registrar Satisfação;

j)              Registrar Insatisfação;

k)            Abrir Chamado;

l)              Consultar a Tabela de Frete do Cliente;

m)          Situação dos Boletins de Ocorrência;

n)            Registrar uma Prospecção.

Fonte: SOFtran

Letsara reduz emissão de poluentes com projeto de responsabilidade

Segunda-feira, 5 de Dezembro, 2011
A Letsara Transportes e Logística, empresa gaúcha que opera o transporte internacional no Mercosul, vem colhendo resultados significativos com o Projeto EcoSocial, que tem como principal objetivo reduzir os impactos ambientais produzidos pela frota da empresa.

Com metas trimestrais, o foco é economizar no diesel e manter a frota regulada para diminuir as emissões. O projeto adotou os fatores de conversão do Programa Brasileiro GHG Protocol como padrão.

Segundo o gerente administrativo da empresa, Andrei Coppetti, o projeto teve início em abril deste ano. “Nós traçamos um objetivo de redução de 3% no segundo trimestre do ano, 4% no terceiro e 5% no quarto. Até agora conquistamos todos os objetivos, falta pouco para alcançarmos os 5% prometidos para o último período”, diz o executivo.

Coppetti ainda ressalta que a meta é deixar de emitir 170 toneladas de gases poluentes neste ano de 2011.

 
Por Victor José, repórter do Portal Transporta Brasil

ANTT proíbe definitivamente a Carta-Frete para caminhoneiros autônomos

Sexta-feira, 29 de Abril, 2011

A ANTT – Agência Nacional de Transportes Terrestres publicou no Diário Oficial da União a resolução nº 3.658/2011 que regulamenta o pagamento dos caminhoneiros autônomos. Com isso, fica proibido o uso de carta-frete ou de qualquer outro meio não homologado pela ANTT. José Araújo “China” da Silva, presidente da Unicam – União Nacional dos Caminhoneiros, conta que essa é uma das maiores conquistas para a classe. “Antes o sistema não tinha nenhum controle e cada um trabalhava na maneira que julgasse mais vantajosa. Agora existe uma regra e as companhias terão que cumprir”, comemora.

As empresas têm até 180 dias para se adequar a nova norma sem serem penalizadas. Transportadoras e embarcadoras podem escolher entre duas formas de pagamento: depósito direto na conta do caminhoneiro ou contratação de uma empresa homologada pela ANTT.

A Agência irá habilitar empresas como administradoras de meios de pagamento eletrônico de frete que cumprirem os requisitos previstos na resolução. Basicamente, as empresas candidatas à homologação devem ter sistemas de pagamento com recursos tecnológicos que permitam efetuar créditos para liquidação dos fretes, operações de saque e débito e utilização de senha para impedir o uso não autorizado. Nesses cartões deverá constar o valor do frete, do vale-pedágio, do combustível e de eventuais despesas. No site da ANTT ficarão disponíveis informações sobre as empresas habilitadas.

A nova resolução põe fim a uma prática com mais de 50 anos: a carta-frete. Forma comum de pagamento pelo transporte de carga, o documento não tem valor fiscal e é emitido sem permissão legal pelas próprias empresas, que liberam os caminhoneiros para abastecer somente nos postos acordados para realizar a troca da carta-frete por dinheiro ou cheque. O caminhoneiro também é submetido a um consumo mínimo e ainda ao pagamento de um valor superior no litro do combustível, infringindo o Código de Defesa do Consumidor, que proíbe condicionar o fornecimento de um produto ao consumo de outro.

Além de prejudicar cerca de 1,19 milhão de transportadores autônomos, a carta-frete também dificulta a fiscalização e facilita a sonegação de impostos. Estima-se que o setor movimente R$ 60 bilhões anualmente, mas 73% estariam na informalidade. Segundo dado do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o governo brasileiro registra como movimentação de frete em relação a caminhoneiros apenas R$ 16 bilhões por ano.

Para os transportadores autônomos os principais benefícios serão a liberdade de escolha e a inclusão social. “Os caminhoneiros poderão optar pelas melhores condições oferecidas pelos postos. Além disso, com a regulamentação do pagamento eles terão como comprovar a renda e participar de programas de financiamento para renovar a frota”, explica China.

Fonte: Weblog

Plimor recebe prêmio O Boticário no setor de logística

Terça-feira, 26 de Abril, 2011

A Transportadora Plimor conquistou, pelo terceiro ano consecutivo, a certificação de fornecedor Prata, concedida pela empresa O Boticário. A premiação foi recebida pelo sócio-fundador da Plimor, Plínio Bortoncello, no Espaço Torres, em Curitiba. “Este prêmio representa a melhoria da qualidade dos processos da Plimor e fortalece cada vez mais os laços com o Boticário. É um orgulho para nós termos esta empresa em nossa cartela de clientes no segmento de cosméticos”, destaca Bortoncello.

A Plimor começou a prestar serviços à empresa em 2007, sendo premiada com a certificação Prata desde 2009. Entre as premiações mais recentes, a Plimor conquistou o prêmio Top do Transporte 2010 como melhor empresa do Transporte Rodoviário de Cargas, ficando em segundo lugar no segmento de calçados, após se tornar uma das finalistas por meio de uma pesquisa nacional.

A certificação de O Boticário aos fornecedores é anual e envolve todos os segmentos, desde transportadoras a fabricantes de embalagens. A Plimor concorreu na categoria de transportes, em que participaram outras sete empresas, e foi julgada pela gerência e setor de logística. Foram avaliados performance de entrega, qualidade dos atendimentos, pontualidade, estabilidade dos preços, recursos tecnológicos, inovação, segurança e responsabilidade social, entre outros critérios. O tema desta edição da premiação foi o empreendedorismo.

Fonte: Weblog

Está na hora de re-inventar a área de transportes na sua empresa

Sexta-feira, 1 de Abril, 2011

Se nada mudar significativamente nos próximos meses no cenário político-econômico local e mundial, vivenciaremos uma situação inédita (…)

Se nada mudar significativamente nos próximos meses no cenário político-econômico local e mundial, vivenciaremos uma situação inédita para muitos Gerentes de Logística e Coordenadores da área de Distribuição em diversos setores da indústria, comércio, varejo e atacado. E também para Operadores Logísticos e Transportadoras.

Desde 1995 a relação entre Embarcadores e Transportadoras vem mudando de forma considerável, a favor do tomador de frete. Ao longo desse período os preços caíram de forma abrupta, e por outro lado, os custos aumentaram em progressão geométrica. Apenas para exemplificar, a variação do preço do diesel foi de cerca de 500% entre 1995 e 2010. Nesse mesmo período, os salários de motoristas e ajudantes variaram ao redor de 200%.

Isso, associado a outros fatores levou à quebra de muitas Transportadoras, muitas delas verdadeiros ícones do setor, como Rodoviário Michelon,Dom Vital, Tresmaiense, ITD, Etsul, Di Gregório, Rápido Paulista, etc. Para que você tenha uma clara idéia desse processo de degradação do setor de transportes, das 10 maiores transportadoras do Brasil em 1975, 8 delas sequem nem existem mais e apenas uma delas ainda atua no transporte rodoviário de cargas, a Atlas Logística e Transportes.

Por outro lado, isso também colaborou para o desenvolvimento e fortalecimento do segmento de prestação de serviços de transportes no Brasil, já que as empresas foram “obrigadas”, por questão de sobrevivência, a se re-inventarem, reduzindo custos operacionais, aumentando a produtividade dos veículos e dos terminais de carga, buscando novos serviços e receitas complementares, melhorando controles internos, incorporando novos conceitos de gestão e tecnologias, etc.

Com o aumento da demanda por serviços de transportes, em todos os modais, e devido ao fato de a oferta não acompanhar elasticamente esse acréscimo significativo na procura, os preços começaram a se recuperar a partir de 2009, e esse movimento deverá continuar em curva ascendente nos próximos anos, dado o otimismo generalizado (somos o quinto país mais otimista do mundo) e as dificuldades crescentes no atendimento da demanda.

Vários fatores contribuíram e ainda colaboram para isso. Faltam motoristas e a escassez estimada em 120 mil profissionais, limita a oferta de serviços. Esse é um problema de difícil resolução, e a falta de profissionais deverá elevar os salários dos motoristas, refletindo diretamente no custo total de transporte.

Está em análise no Congresso Nacional uma nova lei que limitará a jornada de trabalho dos motoristas de caminhão no Brasil, não permitindo mais que sejam trabalhadas 14,15 ou 16 horas por dia. Além disso, a lei fixará intervalos mínimos de parada a cada 4 ou 5 horas de direção ininterrupta.

As restrições ao trânsito de veículos nas principais vias e nas áreas centrais das grandes cidades também colaboram diretamente para o aumento dos custos, que é repassado imediatamente aos Embarcadores através de uma nova taxa, conhecida por TRT – Taxa de Restrição de Trânsito, que pode chegar a 100% do valor do frete original.

Nessa nova realidade, esqueça a velha artimanha de cotar fretes com diversas empresas e praticar um verdadeiro leilão de preços. Agora é a vez dos Embarcadores se reinventarem.

Aproxime-se de seus parceiros. Realize, por exemplo, reuniões trimestrais, de mão dupla, do tipo toma-lá-dá-cá, onde cada parte poderá expor seus problemas, para em conjunto, desenvolver soluções ganha-ganha.

Desenvolva indicadores, para que tanto o Embarcador e seus parceiros, tenham o real entendimento dos fatores qualitativos e quantitativos pelos quais deverão ser avaliados.

Aprenda a premiar as melhores práticas. Deixe de lado aquela cultura de penalização. Desenvolva e implante mecanismos que permitam a bonificação das empresas que de alguma forma contribuam para a alavancagem de vendas da sua empresa. Muitas empresas desenvolveram sistemáticas de premiação para seus parceiros, em função da pontualidade de entrega, produtividade nas entregas, ocorrência de avarias, reclamações de clientes, etc.

Estabeleça contratos formais de médio prazo (3 a 5 anos) com seus parceiros, especificando direitos e deveres de cada parte.

Resumindo, crie mecanismos para reter e desenvolver seus parceiros. Um novo tipo de relação deve dar lugar à antiga queda de braço entre as partes.

Daqui para frente, mais do que simplesmente realizar cotações de frete, a sua empresa precisará, de verdade, reinventar a forma como o transporte é gerenciado!

 Fonte: Portal Logweb – Marco Antônio Oliveira Neves

Aumenta o número de veículos transportadores de carga

Terça-feira, 15 de Fevereiro, 2011

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) finalizou o recadastramento do Registro Nacional de Transportador Rodoviário de Cargas (RNTRC) com 489.387 transportadores de carga, para terceiros, registrados e 1.329.390 veículos transportadores de carga, em todo Brasil. Franca é uma das cidades da região com um grande número de caminhões.

Do total de registros emitidos, 417.957 são de transportadores autônomos, 71.227 são de empresas de transporte de cargas e 203 são pertencentes às cooperativas. Entre os veículos, 610.944 pertencem a transportadores autônomos, 708.405 às empresas de transporte de cargas e 10.041 são veículos de cooperativas.

De acordo com presidente da Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado de São Paulo (Fetcesp), presidente da NTC&Logística e, também, presidente da seção de transporte de cargas da Confederação Nacional do Transporte (CNT), Flávio Benatti, os dados obtidos do RNTRC, “além de permitir um maior conhecimento do setor de cargas, servirão para orientar algumas políticas do setor de transporte, como por exemplo, estratégias de ação para renovação da frota, que hoje se encontra com idade média em torno de 19 anos”, afirma.

Fonte: Intelog

SOFtran apresenta crescimento em seu faturamento de 31% em 2010

Segunda-feira, 7 de Fevereiro, 2011

Especializada em oferecer ao Transportador, tecnologia e conhecimento, aliados a um ERP (Enterprise Resource Planning), direcionado de forma exclusiva ao segmento, a SOFtran finaliza o ano de 2010 com taxa de crescimento em seu faturamento de 31%.

O bom resultado alcançado pela SOFtran se deve ao reconhecimento e a concretização de grandes negociações realizadas junto a importantes e representativas  empresas de Transporte e Logística, sendo na própria base de clientes como também em empresas que passaram a utilizar os produtos e serviços oferecidos.

Para suportar este crescimento, foram realizados investimentos em pesquisas visando à melhoria nos produtos, aumento e capacitação da equipe, marketing e na abertura de novos canais de venda, principalmente no Sudeste do País.

De carona com o bom momento vivenciado pela economia e em especial pelo setor de Transporte e Logística, em 2011 o objetivo é manter um crescimento sólido com indicadores semelhantes ao ano anterior, entre 25 a 30%.

Panex Opta pela SOFtran!

Terça-feira, 27 de Abril, 2010

Após período de negociações, a Rodoviário Bedin Ltda (Transportadora Panex) selecionou a SOFtran para ser a nova fornecedora de seus sistemas de gestão.

Com Matriz localizada em Caxias do Sul/RS a empresa possui filiais em Porto Alegre, Joinville, Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

A Panex conta com uma frota de aproximadamente 450 veículos entre próprios e terceiros e possui cerca de 700 colaboradores. 

O projeto prevê a implantação dos módulos TCtran/GeFIN/FROTAum/Materiais/CTB/CRM/Móbile/PortalWEB/ SPED/Útil/BI.

Ociani Opta pela SOFtran

Terça-feira, 16 de Fevereiro, 2010

  Centralizar a gestão da informação em um único ambiente, melhorar a integração entre departamentos e unidades de negócio foram os principais motivos que levaram a Transportadora Ociani a buscar um novo fornecedor para seus sistemas de gestão. E o escolhido foi a SOFtran!

  Com Matriz localizada em Blumenau/SC a empresa conta com pontos de apoio nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Distrito Federal, Goiás e Tocantins.

  Conta com uma frota aproximada de 87 veículos próprios e realiza a emissão de 17.000 Conhecimentos/Mês em média.

  O projeto prevê a implantação dos módulos TCtran/GeFIN/Mobile e Portal WEB.

Fabricante de caminhões prevê alta de 10% em 2010

Segunda-feira, 4 de Janeiro, 2010

O mercado de caminhões deverá se expandir mais de 10% em 2010, segundo projeções das montadoras instaladas no País. Uma das bases será o programa de incentivo do governo, que ajudou a impulsionar as vendas a partir do segundo semestre de 2009.

De acordo com projeções da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), no próximo ano, as vendas internas de caminhões devem ficar acima de 120 mil unidades. O volume é próximo ao obtido em 2008, ano em que foram licenciados quase 118 mil caminhões (se se contarem apenas os nacionais).

Segundo o presidente da MAN Latin America, que produz os caminhões e ônibus da Volkswagen, Roberto Cortes, em 2010 o mercado deverá recuperar o volume de 2008. “Hoje, já estamos operando em níveis pré-crise”, disse o executivo, lembrando que a queda em meses como dezembro do ano passado e janeiro deste ano foi de aproximadamente 50%. Para o fechamento de 2009, a melhora mensal dos fabricantes de caminhões, principalmente a partir do segundo semestre, garantirá uma retração menor do que a aguardada pelo mercado. A projeção é de que as montadoras de caminhões finalizem este ano com queda de 10% na comparação com o ano passado.

As medidas do governo federal foram fundamentais para a recuperação setor, diz o presidente da MAN Latin America. Segundo ele, as conversas com o governo estão sendo mantidas, assim como a monitoração do setor. No fim de novembro foi anunciada a isenção do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) para a venda de caminhões até o fim de junho de 2010.

“Se continuarem a retomada da economia e os incentivos do governo, essa trajetória do setor continuará e há chances de que em 2010 se recuperem os níveis obtidos em 2008″, disse Cortes. O mesmo otimismo é revelado pela fabricante Iveco. “A redução do IPI e redução das taxas do Finame e Procaminhoneiro colaboraram com a retomada das vendas de caminhões. Só para dar uma ideia do quanto essas medidas afetaram positivamente, hoje 80% das vendas da Iveco são feitas via financiamento” , disse o vice-presidente comercial e institucional da Iveco para a América Latina, Antônio Dadalti.

Enfatizando a importância das medidas do governo brasileiro, o vice-presidente comercial da Iveco lembra que é importante, além da isenção do IPI, a manutenção das atuais taxas do Finame. “O retorno do imposto diminui em cerca de 5% o preço dos produtos, e as novas taxas de Finame que atualmente trabalham com juro anual de 7% voltariam aos 13%. Um valor alto que desmotiva a compra dos produtos pelas empresas e por autônomos”, explicou o executivo.

Exportações

No acumulado do ano até o fim de novembro, as vendas de caminhões registravam baixa de 14,9% na comparação com as do mesmo período de 2008. Em relação às exportações, na mesma comparação, até o fim de novembro, queda foi de mais de 70%.

Fonte: www.intelog.net