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Transportadora Panex compra 20 caminhões Scania Euro V

Quarta-feira, 20 de Fevereiro, 2013
Com investimento, empresa gaúcha entra no ciclo de veículos P7

A Transportes Panex, empresa gaúcha com mais de 60 anos de atividades no transporte de cargas, anunciou esta semana a compra de 20 cavalos-mecânicos Scania com motorização Euro V. A empresa não divulgou os modelos adquiridos nem o valor do negócio.

Segundo a Panex, a nova motorização, que atende às normas do Proconve P7 e Euro V, trazem uma redução de 80% na emissão de gases poluentes e material particulado à atmosfera e se traduz em uma aquisição para trazer economia operacional, conforto aos motoristas e ajuda em menor poluição ao meio ambiente.

“Esse investimento nos permite aliar tecnologia, respeito ao meio ambiente e atendimento rápido e de qualidade aos clientes, o grande diferencial competitivo, e a garantia de segurança para nossos colaboradores”, destaca o presidente da empresa, Paulo Bedin.

A Transportes Panex opera nos Estados do Sul e Sudeste do Brasil, com matriz em Caxias do Sul (RS) e unidades em Porto Alegre (RS), Joinville (SC), Curitiba (PR), Belo Horizonte (MG), São Paulo, Rio de Janeiro e Barra Mansa (RJ). A transportadora conta com uma frota de 340 veículos, entre caminhões extrapesados, pesados, médios, leves e vans.

Portal Transporta Brasil

Apoio Logística e Serviços amplia atuação no Sul do país

Terça-feira, 28 de Junho, 2011

A Apoio Logística e Serviços, companhia integrante do Grupo Enar, anunciou a inauguração de sua nova filial no estado de Santa Catarina. A unidade de Itajaí, em operação desde o dia 8 de junho, possui área útil de 11.500 m² e capacidade para movimentação de até 15 mil toneladas de carga por mês.

O novo espaço, destinado principalmente a produtos importados, realiza operações com cargas paletizadas, caixarias e polímeros, com atividades que vão desde o transporte até a estufagem e desova de contêineres. Com pé direito de 11 metros, a unidade possui licença da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para o armazenamento de medicamentos, cosméticos e produtos alimentícios, e conta com 25 colaboradores diretos e 20 indiretos.

Segundo Henrique Ferlim Guerra, diretor Comercial do Grupo Enar, a nova filial tem se destacado devido à proximidade do Porto de Itajaí. “O objetivo da Apoio foi oferecer a exportadores e importadores soluções inovadoras. Houve boa receptividade por parte dos empresários da região, que enxergam na instalação da nova filial um suporte aos seus negócios”, explica o executivo.

A Apoio possui ainda duas outras unidades em Santa Catarina, na cidade de Joinville, além das filiais de Londrina (PR), Sumaré, Barueri e Campinas (SP).

PAGAMENTO DO FRETE AO AUTÔNOMO – FIM DA

Terça-feira, 7 de Junho, 2011

A Agência Nacional de Transporte Terrestre trouxe à luz a Resolução n.o 3.658/11, que regulamentou o art. 5º A da Lei n.o 11.442/07, que trata da forma de pagamento do valor do frete ao motorista autônomo.

 

Tal Resolução prevê duas formas de pagamento, o crédito em conta de depósito mantida em instituição bancária; ou outros meios de pagamento eletrônico habilitados pela ANTT.

 

Em que pese a questionável legalidade, assim que a resolução passar a produzir efeitos o pagamento do frete ao motorista autônomo e a empresa com até três veículos de carga cadastrados na ANTT, só poderá ser feito na forma do parágrafo anterior.

 

Os meios de pagamento eletrônico do frete serão disponibilizados por empresas que serão cadastradas pela ANTT.

 

Outra novidade trazida pela Resolução n.o 3.658/11 é que o contratante do serviço de transporte através de motorista autônomo ou empresa de transporte com até três veículos de carga, deverá cadastrar todas as operações de transporte por meio de uma das empresas cadastradas na ANTT.

 

Estas empresas fornecerão um Código Identificador da Operação de Transporte, cujo número deverá ser informado no documento fiscal que acompanha o transporte, ou seja, em regra, o conhecimento de transporte. Assim, todos os serviços de transportes que envolver autônomo ou seu equiparado deverá ser informado a uma das empresas cadastradas pela ANTT, escolhida pelo contratante do serviço.

 

O pagamento do frete deverá ser feito imediatamente após a entrega da mercadoria no destinatário, salvo se pactuado em contrato outra data. O não pagamento do frete pelo contratante permite ao motorista autônomo ou seu equiparado (empresa com até três veículos de carga cadastrados na ANTT), cobrá-lo do dono da carga ou do consignatário, sendo que este é definido pela Resolução como aquele que receber as mercadorias transportadas e que constar no documento fiscal e/ou for o indicado no cadastramento da operação de transporte.

 

A empresa contratante do frete que optar por pagar o mesmo por meio eletrônico, poderá fazer créditos também de vale-pedágio, combustível e demais despesas. Porém, é importante registrar que o motorista autônomo deve ter autonomia na gestão do seu veículo, principalmente no que tange à manutenção e abastecimento do mesmo, para não trazer problemas trabalhistas ao contratante.

 

Por fim, é importante registrar que até o momento no sítio da ANTT não consta nenhuma empresa cadastrada, mas em breve as mesmas deverão aparecer e poderemos analisar a praticidade do sistema, pois nos causa preocupação o impacto da exigência de se cadastrar todas as operações de transporte e a agilidade do mundo dos negócios logísticos.

 

Fonte: Jurídico SETCESP

Empresas de logística e a busca pelo melhor ERP

Terça-feira, 24 de Maio, 2011

O mundo tecnológico não está mais restrito às grandes corporações com verbas tentadoras. Se alguém, há alguns anos, (…)

O mundo tecnológico não está mais restrito às grandes corporações com verbas tentadoras. Se alguém, há alguns anos, falasse na implementação de sistemas de ERP (Enterprise Resource Planning) em empresas de pequeno e médio porte, seria taxado de insano. No entanto, o tempo mudou e a evolução tecnológica é um caminho sem volta.

Nesse cenário, as empresas do segmento de Logística e empresas onde a área de Logística é diferencial estratégico passaram a buscar soluções para se profissionalizarem e enfrentarem a concorrência de um mercado cada vez mais voraz e competitivo.

Embora algumas ainda insistam em ter controles e sistemas arcaicos, principalmente por conta das verbas nada tentadoras, outras buscam constantemente o apoio de consultorias e empresas que foram criadas para ajudar esse público a se desenvolver.

Não é à toa que gigantes da tecnologia passaram a ficar de olho nas empresas. Afinal, uma empresa dessa bem gerida e preparada para enfrentar a concorrência pode passar rapidamente para outro patamar com melhores resultados e controles. E, assim, todos sempre vão ganhar com esse círculo.

No meio desse novo comportamento, o ERP passou a ocupar um lugar de destaque nas corporações, normalmente puxados pela área de Logística, lembrando que essa área costuma viabilizar economicamente os investimentos em ERPs, por se tratar de um sistema amplo de soluções e informações que facilita a integração dos departamentos da empresa e meio externo, tornando-se essencial para a gestão e otimização dos processos, além de otimizar processos de planejamento e fluxo de materiais.

A busca por soluções eficientes cresceu, embora sem o completo entendimento dessa sigla. Afinal, investir em ERP garante que minha empresa vai disparar na liderança entre as outras companhias? Por que demora tanto? Por que o custo é alto? Como compro uma solução adequada para meu negócio? Mas como decidir pelo melhor sistema de ERP e garantir uma implantação sem problemas no futuro?

Para adquirir essa ferramenta, é fundamental saber escolher o software mais indicado para a empresa. Para facilitar, confira 10 dicas para auxiliar na seleção do melhor sistema ERP para empresas de logística médio porte:

1.    Defina previamente as necessidades, focos e prioridades da empresa, além de identificar o real objetivo de implantar o novo sistema;

2.    Envolva os principais usuários que serão os responsáveis pela implantação desde o início do processo, participando inclusive da escolha do sistema;

3.    Compare os sistemas em bases homogêneas, priorizando processos mais importantes para a empresa, não apenas os que atualmente requerem melhorias;

4.    A definição deve ser feita por comitê com autonomia de decisão, tendo representação das diversas áreas da organização; se for necessário, inclua um diretor e colaborador da área de compras para negociação;

5.    Verifique a capacitação e experiência de implantação do parceiro, comprometimento que terá com o projeto e o nível de conhecimento dos consultores que estarão participando da implantação;

6.    Antes da definição final, procure visitar clientes que usem o sistema de preferência, que tenham o mesmo porte e mercado para conhecer as experiências de implantação, dificuldades de configurações etc. Inclua também a referência prática da dimensão dos recursos de infra-estrutura, assim será possível coletar sugestões e reduzir riscos na implantação;

7.    Mantenha a visão holística e plana, verificando o atendimento dos processos da empresa de forma integrada;

8.    Avalie a tecnologia aplicada no sistema verificando a atualização, se está dentro das tendências e se há pessoal capacitado disponível;

9.    Avalie o sistema por pontuação em critérios previamente definidos e ponderados conforme a necessidade da empresa, a pontuação deve ser definida pelo comitê;

10.    A avaliação dos valores financeiros deve incluir o valor de compra das licenças, custo de manutenção para no mínimo três anos, custo da implantação, de mão de obra extra ou pós-implantação, além de verificar como será a cobrança de viagens e estadias dos consultores.

A escolha do sistema impacta de forma direta a empresa, portanto, a maturidade e estabilidade do sistema devem ser fortemente consideradas. Tenha em mente que se trata de uma escolha para mais de uma década, é importante que a visão seja global, uma vez que é alto o risco de tomar uma decisão com pouca base ou com informações superficiais.

Não basta apenas contratar uma empresa especializada em ERP, principalmente quando falamos de médias corporações, que muitas vezes não têm um departamento específico para encontrar as melhores soluções.

Por isso, hoje existem metodologias no mercado que estudam e verificam qual é o melhor sistema de ERP para ser implementado nas empresas. O objetivo é facilitar a vida e otimizar custos dos empresários que buscam soluções para organizar processos e recursos internos.

Isso passa a ser uma tranquilidade para as empresas, que vão contar com profissionais da área de TI qualificados, responsáveis por realizar um estudo interno e identificar qual o sistema mais adequado para o cliente, a partir das necessidades, requisitos individuais e estratégia das empresas, reduzindo o risco e melhorando o nível de qualidade do projeto.

Justamente por conta dessa equipe especializada, todo o processo acontece de forma prática e em tempo reduzido, com resultados pautados pela eficiência. Mesmo porque boas ferramentas podem gerar insucesso se não forem escolhidas corretamente e contarem com uma boa gestão e implementação.

Hoje, no mercado, saber escolher o melhor ERP para cada negócio pode significar um salto no desenvolvimento das empresas.

Edgar Marçon – Especialista em implantação e melhoria de processos operacionais e diretor da PLK Consulting

ANTT proíbe definitivamente a Carta-Frete para caminhoneiros autônomos

Sexta-feira, 29 de Abril, 2011

A ANTT – Agência Nacional de Transportes Terrestres publicou no Diário Oficial da União a resolução nº 3.658/2011 que regulamenta o pagamento dos caminhoneiros autônomos. Com isso, fica proibido o uso de carta-frete ou de qualquer outro meio não homologado pela ANTT. José Araújo “China” da Silva, presidente da Unicam – União Nacional dos Caminhoneiros, conta que essa é uma das maiores conquistas para a classe. “Antes o sistema não tinha nenhum controle e cada um trabalhava na maneira que julgasse mais vantajosa. Agora existe uma regra e as companhias terão que cumprir”, comemora.

As empresas têm até 180 dias para se adequar a nova norma sem serem penalizadas. Transportadoras e embarcadoras podem escolher entre duas formas de pagamento: depósito direto na conta do caminhoneiro ou contratação de uma empresa homologada pela ANTT.

A Agência irá habilitar empresas como administradoras de meios de pagamento eletrônico de frete que cumprirem os requisitos previstos na resolução. Basicamente, as empresas candidatas à homologação devem ter sistemas de pagamento com recursos tecnológicos que permitam efetuar créditos para liquidação dos fretes, operações de saque e débito e utilização de senha para impedir o uso não autorizado. Nesses cartões deverá constar o valor do frete, do vale-pedágio, do combustível e de eventuais despesas. No site da ANTT ficarão disponíveis informações sobre as empresas habilitadas.

A nova resolução põe fim a uma prática com mais de 50 anos: a carta-frete. Forma comum de pagamento pelo transporte de carga, o documento não tem valor fiscal e é emitido sem permissão legal pelas próprias empresas, que liberam os caminhoneiros para abastecer somente nos postos acordados para realizar a troca da carta-frete por dinheiro ou cheque. O caminhoneiro também é submetido a um consumo mínimo e ainda ao pagamento de um valor superior no litro do combustível, infringindo o Código de Defesa do Consumidor, que proíbe condicionar o fornecimento de um produto ao consumo de outro.

Além de prejudicar cerca de 1,19 milhão de transportadores autônomos, a carta-frete também dificulta a fiscalização e facilita a sonegação de impostos. Estima-se que o setor movimente R$ 60 bilhões anualmente, mas 73% estariam na informalidade. Segundo dado do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o governo brasileiro registra como movimentação de frete em relação a caminhoneiros apenas R$ 16 bilhões por ano.

Para os transportadores autônomos os principais benefícios serão a liberdade de escolha e a inclusão social. “Os caminhoneiros poderão optar pelas melhores condições oferecidas pelos postos. Além disso, com a regulamentação do pagamento eles terão como comprovar a renda e participar de programas de financiamento para renovar a frota”, explica China.

Fonte: Weblog

Transportadora Plimor inaugura unidade em São Carlos, SP

Quinta-feira, 28 de Abril, 2011

A Transportadora Plimor abriu mais uma unidade no interior de São Paulo no dia 26 de abril, em São Carlos. A nova filial, situada no bairro Parque Industrial, é a 18ª no Estado.

Com a expansão, a Plimor atinge a marca de 73 unidades distribuídas no Brasil, São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná e na Argentina. “Quanto mais unidades, menor é a área de cobertura, o que representa ainda mais agilidade em nível operacional”, ressalta o diretor da Plimor, Julhiano Bortoncello.

A unidade de São Carlos é direcionada para o atendimento de 28 cidades: Américo Brasiliense, Araraquara, Boa Esperança do Sul, Bocaina, Brotas, Descalvado, Dobrada, Dois Córregos, Dourado, Gavião Peixoto, Guariba, Guatapará, Ibaté, Itápolis, Itirapina, Matão, Motuca, Nova Europa, Pirassununga, Porto Ferreira, Ribeirão Bonito, Rincão, Santa Ernestina, Santa Lícia, Santa Maria da Serra, Torrinha, Trabiju, além de São Carlos.

A Plimor de São Carlos conta com área própria de 800 m² e frota compatível, com cinco caminhões. Antes, as unidades de Ribeirão Preto e Bauru atendiam os clientes dessa região. A expectativa da nova filial é transportar um volume mensal de 200 toneladas e realizar 1,3 mil entregas. “É mais um ponto estratégico no Estado, que vai permitir uma presença maior junto aos clientes”, destaca Bortoncello.

Fonte: Web Log

Plimor recebe prêmio O Boticário no setor de logística

Terça-feira, 26 de Abril, 2011

A Transportadora Plimor conquistou, pelo terceiro ano consecutivo, a certificação de fornecedor Prata, concedida pela empresa O Boticário. A premiação foi recebida pelo sócio-fundador da Plimor, Plínio Bortoncello, no Espaço Torres, em Curitiba. “Este prêmio representa a melhoria da qualidade dos processos da Plimor e fortalece cada vez mais os laços com o Boticário. É um orgulho para nós termos esta empresa em nossa cartela de clientes no segmento de cosméticos”, destaca Bortoncello.

A Plimor começou a prestar serviços à empresa em 2007, sendo premiada com a certificação Prata desde 2009. Entre as premiações mais recentes, a Plimor conquistou o prêmio Top do Transporte 2010 como melhor empresa do Transporte Rodoviário de Cargas, ficando em segundo lugar no segmento de calçados, após se tornar uma das finalistas por meio de uma pesquisa nacional.

A certificação de O Boticário aos fornecedores é anual e envolve todos os segmentos, desde transportadoras a fabricantes de embalagens. A Plimor concorreu na categoria de transportes, em que participaram outras sete empresas, e foi julgada pela gerência e setor de logística. Foram avaliados performance de entrega, qualidade dos atendimentos, pontualidade, estabilidade dos preços, recursos tecnológicos, inovação, segurança e responsabilidade social, entre outros critérios. O tema desta edição da premiação foi o empreendedorismo.

Fonte: Weblog

Plimor supera metas no transporte de cargas em 2010

Quinta-feira, 14 de Abril, 2011

A Plimor, transportadora gaúcha especializada no segmento de cargas fracionadas, fechou 2010 com faturamento 30,93% acima de 2009. “Foi um ano de muito trabalho, mas superamos a meta projetada pela empresa que era de 21,45%”, comemora o diretor, Julhiano Bortoncello (foto).

Em relação ao volume de despachos realizados, em 2010 a empresa contabilizou um incremento de 15%. “Nosso planejamento era ousado principalmente em termos de faturamento, já que havíamos estabelecimento uma meta acima do que era projetado para o PIB do país. Crescemos ampliando nosso marketshare e isso se verificou principalmente em São Paulo”, complementa Bortoncello.

No último trimestre do ano, devido ao fortalecimento do comércio eletrônico observado principalmente durante as compras para o Natal, a empresa registrou recorde nas movimentações. O pico de despachos foi observado em novembro, mês que superou em 21% a média mensal de 2010. Em comparação à média mensal registrada em 2009, este indicador foi ainda mais significativo, chegando a 40%.

Os resultados colhidos pela Plimor no ano passado tiveram grande contribuição das operações realizadas em São Paulo. As unidades de Guarulhos e de Campinas registraram ampliação no faturamento de 56,5% e de 43% respectivamente.

Bortoncello acrescenta que a transportadora também colheu bons resultados graças à ampliação na carteira de clientes, observada em todos os estados onde atua, mas especialmente em São Paulo, e com destaque no segmento de e-commerce.

Já Metrioni de Borba, gerente geral de Logística da Plimor, explica que o aumento na movimentação no final de ano é normal no setor de transportes. Entretanto, em 2010, houve uma mudança no perfil do cenário em função do comércio eletrônico. “Nem as próprias empresas com e-commerce esperavam isso, pois as previsões de embarque enviadas por elas antes deste período ficaram bem abaixo do que foi verificado. Isto provocou uma sobrecarga em todo o setor de transportes”, informa.

Para alcançar bons resultados, a empresa realizou não apenas investimentos na estrutura, com a implantação do plano de automatização dos terminais e ampliação no número de unidades, como também reforçou áreas e operações consideradas estratégicas.

Para o reforço na logística das operações, a transportadora criou linhas extras e, como medida preventiva, destacou veículos volantes para atendimento de fluxo excedente que não tivesse sido previamente programado pelos clientes. Outra ação foi a ampliação da frota efetiva da Plimor em cerca de 20%, representando aproximadamente 60 veículos, com a agregação de terceiros.

Fonte: Portal Logweb

A qualificação da logística

Terça-feira, 12 de Abril, 2011

A logística desempenha um importante papel nos processos da cadeia produtiva. E, dada a nova realidade empresarial imposta principalmente pelo comércio internacional, os processos logísticos estão cada vez mais complexos e estratégicos. Um cenário que exige planejamentos sofisticados, desenvolvidos a partir das necessidades de cada cliente, e bases de alta tecnologia aliadas à mão de obra especializada.

Um plano logístico bem estruturado e desenvolvido de forma eficiente em todas as suas etapas é capaz de solucionar problemas de armazenagem, transporte, distribuição, localização, disponibilidade de meios e até mesmo questões fiscais. Fatores de grande impacto na competitividade das empresas, independente do setor de atuação.

O frete responde por até dois terços do custo logístico. Por isso, é evidente que esta seja uma das maiores preocupações. Entretanto, é importante lembrar que a melhor rota não é necessariamente o menor trajeto. Aspectos como agilidade no deslocamento, riscos de perdas durante o transporte, segurança e desgaste da frota, por exemplo, devem ser considerados para determinar na prática as melhores alternativas.

Nesse sentido, os operadores logísticos não podem mais ser vistos como simples transportadores. Principalmente no Brasil, em que há sérios gargalos na infraestrutura, a movimentação de cargas e produtos requer soluções diversificadas. No entanto, cabe também aos próprios operadores consolidarem sua imagem e importância estratégica junto ao mercado.

O nível de exigência do mercado é crescente a cada dia, demandando operadores extremamente profissionais e especializados. Ou seja, empresas capazes de absorver o maior número possível de transações com eficiência e qualidade. Por isso, é necessário se posicionar em relação aos serviços prestados, investir em gestão e metas a longo prazo.

O setor logístico vive um momento de oportunidades e lucros, mas igualmente de grandes desafios e será preciso qualificação para superá-los.

Fonte: Weblog – Antonio Wrobleski Filho – Presidente do ILOG – Instituto Logweb de Logística e Supply Chain e da AWRO Associados Logística.

Governo prorroga benefício para setor

Terça-feira, 12 de Abril, 2011

Os empresários que optarem pela compra de caminhões ou ônibus terão um tempo a mais para se beneficiar do PSI (Programa de Sustentação do Investimento), que facilita o financiamento desses veículos. Administrado pelo BNDES, o programa foi prorrogado de 31 de março para 31 de dezembro deste ano.
         O banco disponibiliza aos compradores o montante de R$ 75 bilhões. Nessa nova fase, o programa traz uma novidade para o setor de transportes: o financiamento de ônibus elétricos e híbridos à taxa de 5% ao ano, aplicando a mesma taxa de juros à aquisição de partes, componentes e serviços tecnológicos e aos bens de tecnologia da informação e comunicação com tecnologia nacional.
         Para ônibus convencionais e caminhões, os juros subirão de 8% para 10%. Já na aquisição de caminhões por autônomos, dentro do programa Procaminhoneiro, as taxas passarão de 4,5% para 7% ao ano.
         Na fase seguinte a ser iniciada em 1º de abril, o banco vai reduzir sua participação nos financiamentos, com teto de 90% para micro e pequenas empresas e redução do limite atual de 80% para 70% para grandes empresas. E terá um empréstimo de R$ 55 bilhões do Tesouro para reforçar o caixa.
         De acordo com o BNDES, esta é a terceira prorrogação do PSI, lançado em 2009 como parte das políticas anticíclicas do governo federal para o combate aos efeitos da crise financeira internacional sobre a economia brasileira. Com uma carteira de financiamentos de R$ 130,2 bilhões, o programa liberou até agora R$ 95,6 bilhões.

Fonte: Site Coopercarga em 17/03/2011