Entradas com Etiqueta ‘Folha de Pagamento’

Letsara reduz emissão de poluentes com projeto de responsabilidade

Segunda-feira, 5 de Dezembro, 2011
A Letsara Transportes e Logística, empresa gaúcha que opera o transporte internacional no Mercosul, vem colhendo resultados significativos com o Projeto EcoSocial, que tem como principal objetivo reduzir os impactos ambientais produzidos pela frota da empresa.

Com metas trimestrais, o foco é economizar no diesel e manter a frota regulada para diminuir as emissões. O projeto adotou os fatores de conversão do Programa Brasileiro GHG Protocol como padrão.

Segundo o gerente administrativo da empresa, Andrei Coppetti, o projeto teve início em abril deste ano. “Nós traçamos um objetivo de redução de 3% no segundo trimestre do ano, 4% no terceiro e 5% no quarto. Até agora conquistamos todos os objetivos, falta pouco para alcançarmos os 5% prometidos para o último período”, diz o executivo.

Coppetti ainda ressalta que a meta é deixar de emitir 170 toneladas de gases poluentes neste ano de 2011.

 
Por Victor José, repórter do Portal Transporta Brasil

A Perda de Receita. Você tem idéia de quanto perde?

Segunda-feira, 30 de Maio, 2011

 

Você tem idéia da perda de receita decorrente de fraudes de Clientes ou falhas internas no seu processo de faturamento?Infelizmente não existem dados confiáveis a respeito desse tema, mas seguramente existem valores substanciais a serem recuperados pela sua empresa. Particularmente, estimo algo entre 10% a 20% da receita atual das Transportadoras e Operadores Logísticos. Portanto, se a sua empresa tem uma receita mensal de R$ 5 milhões, poderia estar faturando R$ 5,5 a R$ 6,0 milhões.

O problema é grave, e em função disso muitas Transportadoras e Operadores Logísticos já remuneram as comissões de seus Executivos de Vendas e vendedores pelos valores líquidos recebidos e não pelo faturamento,

Fraudes de Clientes normalmente estão relacionadas à informação incorreta de pesos e volumes destinados a entrega. A utilização das esteiras cubadoras por várias transportadoras de cargas fracionadas têm se transformado em um grande “tormento” para diversos Embarcadores mal intencionados. Clientes também atrasam pagamentos, aplicam multas financeiras relacionadas ao desempenho “contratado”, deixam de recolher taxas acessórias (generalidades) e praticam descontos de faturas de forma unilateral. Você tem controle sobre isso?

Porém, uma parcela representativa das perdas de receitas em Transportadoras e Operadores Logísticos é decorrente de falhas de procedimentos internos ou erros existentes em todo o fluxo de faturamento.

Ao processo de minimizar essas perdas chamamos de Garantia de Receita. O que a sua empresa está fazendo para minimizar as perdas de receita e garantir o correto faturamento?

Para combater a perda de receita, é fundamental mapear e entender o fluxo de faturamento desde o registro da coleta ou de qualquer outra atividade operacional ou administrativa até o efetivo recebimento do dinheiro relativo ao pagamento das faturas emitidas.

É possível que o fluxo de faturamento apresente algumas variações em função do sistema de faturamento adotado pela empresa e dos procedimentos particulares associados aos diferentes clientes.

A cada ponto de perda potencial identificado dever-se-á estabelecer um procedimento de controle com o intuito de garantir que não esteja havendo perda de receita.

E quais são os potenciais pontos de perda de receita?

Começaremos pelos ajustes em faturas e descontos concedidos a Clientes.  Quais os principais motivos para a revisão dos valores cobrados? Qual o procedimento existente para solicitar e autorizar os abatimentos? Existe algum tipo de análise para descontos acima de determinados valores?

Outro ponto importante está relacionado ao ressarcimento de danos causados aos Clientes, em função de extravios de mercadorias, furtos, avarias, etc. Qual o procedimento existente para a análise e aprovação dos valores envolvidos? Existem estatísticas confiáveis e estratificação dos principais motivos para as não-conformidades? Qual a abordagem aplicada na solução e prevenção dos principais problemas?

É também um potencial perda de receita os valores não cobrados por serviços diferenciados, diferentes daqueles contratados. Está claro para a sua empresa quais os serviços contratados pelos Clientes e aquilo que pode ser considerado um serviço especial e diferenciado e como (e quanto) isso deve ser cobrado?

Considera-se também perda de receita a não cobrança de taxas decorrentes das dificuldades causadas pelos Clientes na coleta e entrega de materiais, como é o caso da TDE – Taxa de Dificuldade de Entrega, taxas de agendamento, TDA – Taxa de Dificuldade de Acesso e TRT – Taxa de Restrição de Trânsito, esta última resultante das restrições impostas pelos governantes de diversos municípios brasileiros.

Por fim, podemos considerar perda de receita os juros não cobrados pelos extensivos prazos de pagamento praticados pelos Clientes, além daquilo combinado.

A adoção de diversos procedimentos de controle contribuirá para reduzir significativamente a perda de receita provocada por erros de procedimento e falhas de sistemas de monitoramento e alerta. Esses procedimentos deverão ser acompanhados de análises técnicas e complementados por estatísticas que comparem a receita estimada com a receita real.

Pode ter certeza que todo e qualquer esforço será recompensado, afinal, o potencial de recuperar “receitas perdidas” é muito maior do que podemos imaginar.

 Fonte: Tigerlog – Marco Antônio Neves
 

A qualificação da logística

Terça-feira, 12 de Abril, 2011

A logística desempenha um importante papel nos processos da cadeia produtiva. E, dada a nova realidade empresarial imposta principalmente pelo comércio internacional, os processos logísticos estão cada vez mais complexos e estratégicos. Um cenário que exige planejamentos sofisticados, desenvolvidos a partir das necessidades de cada cliente, e bases de alta tecnologia aliadas à mão de obra especializada.

Um plano logístico bem estruturado e desenvolvido de forma eficiente em todas as suas etapas é capaz de solucionar problemas de armazenagem, transporte, distribuição, localização, disponibilidade de meios e até mesmo questões fiscais. Fatores de grande impacto na competitividade das empresas, independente do setor de atuação.

O frete responde por até dois terços do custo logístico. Por isso, é evidente que esta seja uma das maiores preocupações. Entretanto, é importante lembrar que a melhor rota não é necessariamente o menor trajeto. Aspectos como agilidade no deslocamento, riscos de perdas durante o transporte, segurança e desgaste da frota, por exemplo, devem ser considerados para determinar na prática as melhores alternativas.

Nesse sentido, os operadores logísticos não podem mais ser vistos como simples transportadores. Principalmente no Brasil, em que há sérios gargalos na infraestrutura, a movimentação de cargas e produtos requer soluções diversificadas. No entanto, cabe também aos próprios operadores consolidarem sua imagem e importância estratégica junto ao mercado.

O nível de exigência do mercado é crescente a cada dia, demandando operadores extremamente profissionais e especializados. Ou seja, empresas capazes de absorver o maior número possível de transações com eficiência e qualidade. Por isso, é necessário se posicionar em relação aos serviços prestados, investir em gestão e metas a longo prazo.

O setor logístico vive um momento de oportunidades e lucros, mas igualmente de grandes desafios e será preciso qualificação para superá-los.

Fonte: Weblog – Antonio Wrobleski Filho – Presidente do ILOG – Instituto Logweb de Logística e Supply Chain e da AWRO Associados Logística.

Indicadores de Desempenho Logístico (KPI)

Terça-feira, 5 de Abril, 2011

Os indicadores de desempenho, também chamados de Indicadores Chave de Desempenho (ou Key Performance Indicator – KPI – em inglês) servem para avaliar e medir o nível de desempenho de processos chaves para a empresa.

São muito utilizados pela alta gerência para direcionar os esforços dos colaboradores, pois facilitam o direcionamento dos esforços para a melhoria dos índices mais importantes.

Os indicadores de desempenho são únicos para cada empresa, pois devem refletir a estratégia da mesma. Assim, na área de logística, para algumas empresas um indicador importante será relacionado ao tempo, enquanto para outras será o custo ou a qualidade.

Além disso, os indicadores de desempenho devem ser usados não apenas para avaliar processos internos, mas também os processos externos, avaliando os parceiros da cadeia de suprimentos.

Manter um acompanhamento destas métricas permite avaliar a performance ao longo do tempo, e assim compõem um benchmarking interno, pois queremos que os índices melhorem a cada período. Assim, a empresa pode comparar-se com ela mesma no passado. Além disso, através de estudos especializados é possível conhecer os valores dos indicadores para o setor de atividade e então comparar-se com os concorrentes.

Muitos indicadores são aceitos universalmente, como o tão utilizado OTIF (On Time, In Full – ou seja, o pedido atendido no tempo combinado, completo), enquanto outros precisam de ajustes para a utilização em casos específicos, como o pedido em espera, que nem sempre tem uma definição clara.

Por fim, mais importante do que medir e acompanhar os números é agir para a melhoria dos mesmos e para a correção de eventuais falhas encontradas nos processos sendo avaliados.

Fonte: Newslog: Por Logística Descomplicada – Leandro Callegari Coelho

Curso RHU

Segunda-feira, 1 de Novembro, 2010

Período: 11 e 12/11/2010
Descrição: Abrangendo conceitos e operações do módulo Recursos Humanos.

Inscreva-se

Curso FPG

Domingo, 1 de Agosto, 2010

Período: 19 e 20/08/2010
Descrição: Abrangendo conceitos e operações do módulo Folha de Pagamento.

Inscreva-se

Curso RHU

Domingo, 1 de Agosto, 2010

Período: 16 e 17/08/2010
Descrição: Abrangendo conceitos e operações do módulo Recursos Humanos.

Inscreva-se

Curso RHU

Quinta-feira, 1 de Abril, 2010

Período: 20 e 21/05/2010
Descrição: Abrangendo conceitos e operações do módulo Recursos Humanos.

Inscreva-se

Curso FPG

Segunda-feira, 11 de Janeiro, 2010

Período: 22 e 23/02/2010
Descrição: Abrangendo conceitos e operações do módulo Folha de Pagamento.

Inscreva-se

Expresso Itajaiense Inicia Implantação CT-e SOFtran

Quinta-feira, 3 de Dezembro, 2009

Figurando em nossa carteira de Clientes desde 2.005, Expresso Itajaiense inicia nova etapa com a implantação do CT-e SOFtran/NDDigital.

Atualmente utiliza nossos produtos para gestão de suas atividades comerciais, operacionais, financeiras e custos com a frota.

Com Matriz localizada em Itajaí/SC a empresa conta com 05 pontos de operação.

Possui frota aproximada de 30 veículos e realiza a emissão de 500 Conhecimentos/Mês em média.