Entradas com Etiqueta ‘Custo da Frota’

Plimor recebe prêmio O Boticário no setor de logística

Terça-feira, 26 de Abril, 2011

A Transportadora Plimor conquistou, pelo terceiro ano consecutivo, a certificação de fornecedor Prata, concedida pela empresa O Boticário. A premiação foi recebida pelo sócio-fundador da Plimor, Plínio Bortoncello, no Espaço Torres, em Curitiba. “Este prêmio representa a melhoria da qualidade dos processos da Plimor e fortalece cada vez mais os laços com o Boticário. É um orgulho para nós termos esta empresa em nossa cartela de clientes no segmento de cosméticos”, destaca Bortoncello.

A Plimor começou a prestar serviços à empresa em 2007, sendo premiada com a certificação Prata desde 2009. Entre as premiações mais recentes, a Plimor conquistou o prêmio Top do Transporte 2010 como melhor empresa do Transporte Rodoviário de Cargas, ficando em segundo lugar no segmento de calçados, após se tornar uma das finalistas por meio de uma pesquisa nacional.

A certificação de O Boticário aos fornecedores é anual e envolve todos os segmentos, desde transportadoras a fabricantes de embalagens. A Plimor concorreu na categoria de transportes, em que participaram outras sete empresas, e foi julgada pela gerência e setor de logística. Foram avaliados performance de entrega, qualidade dos atendimentos, pontualidade, estabilidade dos preços, recursos tecnológicos, inovação, segurança e responsabilidade social, entre outros critérios. O tema desta edição da premiação foi o empreendedorismo.

Fonte: Weblog

Projeto Brasil-ID diminui o alto risco no transporte

Terça-feira, 19 de Abril, 2011

As Secretarias de Fazenda Estaduais e a Receita Federal, representados pelo Encontro Nacional dos Administradores Tributários (ENCAT) e pelo Centro de Pesquisas Avançadas Wernher von Braun, com o apoio do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) e do FINEP,  apresentam os primeiros resultados da implementação de projetos piloto do sistema “Brasil-ID” para iniciar, em cadeia nacional, o Sistema de Identificação, Rastreamento e Autenticação de Mercadorias.

O Brasil-ID, organizado pelas Secretarias de Fazenda dos Estados da União, Receita Federal e Ministério da Ciência e Tecnologia, incorpora os conceitos dos Documentos Fiscais Eletrônicos, como a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), o Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e) e o Manifesto de Documentos Fiscais Eletrônicos (MDF-e), utilizando um conjunto de soluções tecnológicas dentro de uma padronização para reduzir os riscos associados à fabricação e à logística de transporte de mercadorias que circulam pelo país.

Para a implementação oficial do projeto em todo o país, o Governo Brasileiro, por meio do Ministério da Ciência e Tecnologia e da FINEP, está investindo mais de R$ 20 milhões em testes de implementação pilotos e desenvolvimentos tecnológicos que viabilizam a prática de utilização de soluções tecnológicas modernas no âmbito internacional e, também, a independência tecnológica nacional relacionada ao fornecimento dessas soluções, sem a necessidade de importação de equipamentos.

O projeto é coordenado pelo Encontro Nacional dos Administradores Tributários (ENCAT) e pelo Centro de Pesquisas Avançadas Wernher von Braun. As implementações-piloto serão conduzidas através de corredores que passam por 16 Estados da União, por dezenas de empresas nos vários estágios da cadeia logística e em alguns segmentos mercantis. Participam ainda do projeto outras instituições de pesquisa e desenvolvimento. Com a estruturação de serviços de rastreamento e verificação de autenticidade de mercadorias é possível promover a segurança e a otimização do comércio e circulação em cada um desses Estados.

O sistema é baseado na tecnologia de Identificação por Radiofrequência (RFID) e em tecnologias associadas de telecomunicação, definindo um padrão comum para o rastreamento e a autenticação de todo tipo de produto em circulação pelo país. O objetivo do Governo é oferecer à empresa contribuinte nacional e ao cidadão consumidor uma ferramenta para a segurança do transporte de mercadorias, que diminua o risco e, portanto, o custo final no mercado.

O sistema possibilita a fiscalização mais ágil de cargas (inclusive as lacradas), a leitura automática da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e das notas fiscais na indústria e em toda a cadeia de distribuição, além das informações gravadas ao longo de todo o ciclo de vida do produto, que também ficam disponíveis a qualquer hora e em qualquer lugar, através de dispositivos e de comunicação sem fio. Estes podem ser usados em postos fiscais, pelas empresas de transporte, distribuidores, indústria e até pelo consumidor final.

As identidades das mercadorias ficarão gravadas e disponíveis, e o histórico dos eventos de passagem será gravado no próprio produto, de forma segura, a cada elo da cadeia de suprimentos. Assim, será possível saber suas rotas, as possíveis tentativas de fraude, os desvios (roubo ou furto), o tempo de trajeto, os custos associados, o monitoramento e as transações, tudo em tempo real, através do sistema de gerenciamento central e também pela leitura do próprio produto, que acusará esses eventos.

Fonte: Web Log

Plimor supera metas no transporte de cargas em 2010

Quinta-feira, 14 de Abril, 2011

A Plimor, transportadora gaúcha especializada no segmento de cargas fracionadas, fechou 2010 com faturamento 30,93% acima de 2009. “Foi um ano de muito trabalho, mas superamos a meta projetada pela empresa que era de 21,45%”, comemora o diretor, Julhiano Bortoncello (foto).

Em relação ao volume de despachos realizados, em 2010 a empresa contabilizou um incremento de 15%. “Nosso planejamento era ousado principalmente em termos de faturamento, já que havíamos estabelecimento uma meta acima do que era projetado para o PIB do país. Crescemos ampliando nosso marketshare e isso se verificou principalmente em São Paulo”, complementa Bortoncello.

No último trimestre do ano, devido ao fortalecimento do comércio eletrônico observado principalmente durante as compras para o Natal, a empresa registrou recorde nas movimentações. O pico de despachos foi observado em novembro, mês que superou em 21% a média mensal de 2010. Em comparação à média mensal registrada em 2009, este indicador foi ainda mais significativo, chegando a 40%.

Os resultados colhidos pela Plimor no ano passado tiveram grande contribuição das operações realizadas em São Paulo. As unidades de Guarulhos e de Campinas registraram ampliação no faturamento de 56,5% e de 43% respectivamente.

Bortoncello acrescenta que a transportadora também colheu bons resultados graças à ampliação na carteira de clientes, observada em todos os estados onde atua, mas especialmente em São Paulo, e com destaque no segmento de e-commerce.

Já Metrioni de Borba, gerente geral de Logística da Plimor, explica que o aumento na movimentação no final de ano é normal no setor de transportes. Entretanto, em 2010, houve uma mudança no perfil do cenário em função do comércio eletrônico. “Nem as próprias empresas com e-commerce esperavam isso, pois as previsões de embarque enviadas por elas antes deste período ficaram bem abaixo do que foi verificado. Isto provocou uma sobrecarga em todo o setor de transportes”, informa.

Para alcançar bons resultados, a empresa realizou não apenas investimentos na estrutura, com a implantação do plano de automatização dos terminais e ampliação no número de unidades, como também reforçou áreas e operações consideradas estratégicas.

Para o reforço na logística das operações, a transportadora criou linhas extras e, como medida preventiva, destacou veículos volantes para atendimento de fluxo excedente que não tivesse sido previamente programado pelos clientes. Outra ação foi a ampliação da frota efetiva da Plimor em cerca de 20%, representando aproximadamente 60 veículos, com a agregação de terceiros.

Fonte: Portal Logweb

A qualificação da logística

Terça-feira, 12 de Abril, 2011

A logística desempenha um importante papel nos processos da cadeia produtiva. E, dada a nova realidade empresarial imposta principalmente pelo comércio internacional, os processos logísticos estão cada vez mais complexos e estratégicos. Um cenário que exige planejamentos sofisticados, desenvolvidos a partir das necessidades de cada cliente, e bases de alta tecnologia aliadas à mão de obra especializada.

Um plano logístico bem estruturado e desenvolvido de forma eficiente em todas as suas etapas é capaz de solucionar problemas de armazenagem, transporte, distribuição, localização, disponibilidade de meios e até mesmo questões fiscais. Fatores de grande impacto na competitividade das empresas, independente do setor de atuação.

O frete responde por até dois terços do custo logístico. Por isso, é evidente que esta seja uma das maiores preocupações. Entretanto, é importante lembrar que a melhor rota não é necessariamente o menor trajeto. Aspectos como agilidade no deslocamento, riscos de perdas durante o transporte, segurança e desgaste da frota, por exemplo, devem ser considerados para determinar na prática as melhores alternativas.

Nesse sentido, os operadores logísticos não podem mais ser vistos como simples transportadores. Principalmente no Brasil, em que há sérios gargalos na infraestrutura, a movimentação de cargas e produtos requer soluções diversificadas. No entanto, cabe também aos próprios operadores consolidarem sua imagem e importância estratégica junto ao mercado.

O nível de exigência do mercado é crescente a cada dia, demandando operadores extremamente profissionais e especializados. Ou seja, empresas capazes de absorver o maior número possível de transações com eficiência e qualidade. Por isso, é necessário se posicionar em relação aos serviços prestados, investir em gestão e metas a longo prazo.

O setor logístico vive um momento de oportunidades e lucros, mas igualmente de grandes desafios e será preciso qualificação para superá-los.

Fonte: Weblog – Antonio Wrobleski Filho – Presidente do ILOG – Instituto Logweb de Logística e Supply Chain e da AWRO Associados Logística.

Governo prorroga benefício para setor

Terça-feira, 12 de Abril, 2011

Os empresários que optarem pela compra de caminhões ou ônibus terão um tempo a mais para se beneficiar do PSI (Programa de Sustentação do Investimento), que facilita o financiamento desses veículos. Administrado pelo BNDES, o programa foi prorrogado de 31 de março para 31 de dezembro deste ano.
         O banco disponibiliza aos compradores o montante de R$ 75 bilhões. Nessa nova fase, o programa traz uma novidade para o setor de transportes: o financiamento de ônibus elétricos e híbridos à taxa de 5% ao ano, aplicando a mesma taxa de juros à aquisição de partes, componentes e serviços tecnológicos e aos bens de tecnologia da informação e comunicação com tecnologia nacional.
         Para ônibus convencionais e caminhões, os juros subirão de 8% para 10%. Já na aquisição de caminhões por autônomos, dentro do programa Procaminhoneiro, as taxas passarão de 4,5% para 7% ao ano.
         Na fase seguinte a ser iniciada em 1º de abril, o banco vai reduzir sua participação nos financiamentos, com teto de 90% para micro e pequenas empresas e redução do limite atual de 80% para 70% para grandes empresas. E terá um empréstimo de R$ 55 bilhões do Tesouro para reforçar o caixa.
         De acordo com o BNDES, esta é a terceira prorrogação do PSI, lançado em 2009 como parte das políticas anticíclicas do governo federal para o combate aos efeitos da crise financeira internacional sobre a economia brasileira. Com uma carteira de financiamentos de R$ 130,2 bilhões, o programa liberou até agora R$ 95,6 bilhões.

Fonte: Site Coopercarga em 17/03/2011

Está na hora de re-inventar a área de transportes na sua empresa

Sexta-feira, 1 de Abril, 2011

Se nada mudar significativamente nos próximos meses no cenário político-econômico local e mundial, vivenciaremos uma situação inédita (…)

Se nada mudar significativamente nos próximos meses no cenário político-econômico local e mundial, vivenciaremos uma situação inédita para muitos Gerentes de Logística e Coordenadores da área de Distribuição em diversos setores da indústria, comércio, varejo e atacado. E também para Operadores Logísticos e Transportadoras.

Desde 1995 a relação entre Embarcadores e Transportadoras vem mudando de forma considerável, a favor do tomador de frete. Ao longo desse período os preços caíram de forma abrupta, e por outro lado, os custos aumentaram em progressão geométrica. Apenas para exemplificar, a variação do preço do diesel foi de cerca de 500% entre 1995 e 2010. Nesse mesmo período, os salários de motoristas e ajudantes variaram ao redor de 200%.

Isso, associado a outros fatores levou à quebra de muitas Transportadoras, muitas delas verdadeiros ícones do setor, como Rodoviário Michelon,Dom Vital, Tresmaiense, ITD, Etsul, Di Gregório, Rápido Paulista, etc. Para que você tenha uma clara idéia desse processo de degradação do setor de transportes, das 10 maiores transportadoras do Brasil em 1975, 8 delas sequem nem existem mais e apenas uma delas ainda atua no transporte rodoviário de cargas, a Atlas Logística e Transportes.

Por outro lado, isso também colaborou para o desenvolvimento e fortalecimento do segmento de prestação de serviços de transportes no Brasil, já que as empresas foram “obrigadas”, por questão de sobrevivência, a se re-inventarem, reduzindo custos operacionais, aumentando a produtividade dos veículos e dos terminais de carga, buscando novos serviços e receitas complementares, melhorando controles internos, incorporando novos conceitos de gestão e tecnologias, etc.

Com o aumento da demanda por serviços de transportes, em todos os modais, e devido ao fato de a oferta não acompanhar elasticamente esse acréscimo significativo na procura, os preços começaram a se recuperar a partir de 2009, e esse movimento deverá continuar em curva ascendente nos próximos anos, dado o otimismo generalizado (somos o quinto país mais otimista do mundo) e as dificuldades crescentes no atendimento da demanda.

Vários fatores contribuíram e ainda colaboram para isso. Faltam motoristas e a escassez estimada em 120 mil profissionais, limita a oferta de serviços. Esse é um problema de difícil resolução, e a falta de profissionais deverá elevar os salários dos motoristas, refletindo diretamente no custo total de transporte.

Está em análise no Congresso Nacional uma nova lei que limitará a jornada de trabalho dos motoristas de caminhão no Brasil, não permitindo mais que sejam trabalhadas 14,15 ou 16 horas por dia. Além disso, a lei fixará intervalos mínimos de parada a cada 4 ou 5 horas de direção ininterrupta.

As restrições ao trânsito de veículos nas principais vias e nas áreas centrais das grandes cidades também colaboram diretamente para o aumento dos custos, que é repassado imediatamente aos Embarcadores através de uma nova taxa, conhecida por TRT – Taxa de Restrição de Trânsito, que pode chegar a 100% do valor do frete original.

Nessa nova realidade, esqueça a velha artimanha de cotar fretes com diversas empresas e praticar um verdadeiro leilão de preços. Agora é a vez dos Embarcadores se reinventarem.

Aproxime-se de seus parceiros. Realize, por exemplo, reuniões trimestrais, de mão dupla, do tipo toma-lá-dá-cá, onde cada parte poderá expor seus problemas, para em conjunto, desenvolver soluções ganha-ganha.

Desenvolva indicadores, para que tanto o Embarcador e seus parceiros, tenham o real entendimento dos fatores qualitativos e quantitativos pelos quais deverão ser avaliados.

Aprenda a premiar as melhores práticas. Deixe de lado aquela cultura de penalização. Desenvolva e implante mecanismos que permitam a bonificação das empresas que de alguma forma contribuam para a alavancagem de vendas da sua empresa. Muitas empresas desenvolveram sistemáticas de premiação para seus parceiros, em função da pontualidade de entrega, produtividade nas entregas, ocorrência de avarias, reclamações de clientes, etc.

Estabeleça contratos formais de médio prazo (3 a 5 anos) com seus parceiros, especificando direitos e deveres de cada parte.

Resumindo, crie mecanismos para reter e desenvolver seus parceiros. Um novo tipo de relação deve dar lugar à antiga queda de braço entre as partes.

Daqui para frente, mais do que simplesmente realizar cotações de frete, a sua empresa precisará, de verdade, reinventar a forma como o transporte é gerenciado!

 Fonte: Portal Logweb – Marco Antônio Oliveira Neves

Aumenta o número de veículos transportadores de carga

Terça-feira, 15 de Fevereiro, 2011

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) finalizou o recadastramento do Registro Nacional de Transportador Rodoviário de Cargas (RNTRC) com 489.387 transportadores de carga, para terceiros, registrados e 1.329.390 veículos transportadores de carga, em todo Brasil. Franca é uma das cidades da região com um grande número de caminhões.

Do total de registros emitidos, 417.957 são de transportadores autônomos, 71.227 são de empresas de transporte de cargas e 203 são pertencentes às cooperativas. Entre os veículos, 610.944 pertencem a transportadores autônomos, 708.405 às empresas de transporte de cargas e 10.041 são veículos de cooperativas.

De acordo com presidente da Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado de São Paulo (Fetcesp), presidente da NTC&Logística e, também, presidente da seção de transporte de cargas da Confederação Nacional do Transporte (CNT), Flávio Benatti, os dados obtidos do RNTRC, “além de permitir um maior conhecimento do setor de cargas, servirão para orientar algumas políticas do setor de transporte, como por exemplo, estratégias de ação para renovação da frota, que hoje se encontra com idade média em torno de 19 anos”, afirma.

Fonte: Intelog

SOFtran apresenta crescimento em seu faturamento de 31% em 2010

Segunda-feira, 7 de Fevereiro, 2011

Especializada em oferecer ao Transportador, tecnologia e conhecimento, aliados a um ERP (Enterprise Resource Planning), direcionado de forma exclusiva ao segmento, a SOFtran finaliza o ano de 2010 com taxa de crescimento em seu faturamento de 31%.

O bom resultado alcançado pela SOFtran se deve ao reconhecimento e a concretização de grandes negociações realizadas junto a importantes e representativas  empresas de Transporte e Logística, sendo na própria base de clientes como também em empresas que passaram a utilizar os produtos e serviços oferecidos.

Para suportar este crescimento, foram realizados investimentos em pesquisas visando à melhoria nos produtos, aumento e capacitação da equipe, marketing e na abertura de novos canais de venda, principalmente no Sudeste do País.

De carona com o bom momento vivenciado pela economia e em especial pelo setor de Transporte e Logística, em 2011 o objetivo é manter um crescimento sólido com indicadores semelhantes ao ano anterior, entre 25 a 30%.

Curso Área de Materiais

Sábado, 2 de Outubro, 2010

Período: 21 e 22/10/2010
Descrição: Abrangendo conceitos e operação dos módulos: Almoxarifado e Compras.

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Curso Área Frota

Sábado, 2 de Outubro, 2010

Período: 13,14 e 15/10/2010
Descrição: Abrangendo conceitos e operação dos módulos: Custo da Frota, Tráfego, Pneus e Oficina.

Inscreva-se