Entradas com Etiqueta ‘Custo da Frota’

Transportadora Panex compra 20 caminhões Scania Euro V

Quarta-feira, 20 de Fevereiro, 2013
Com investimento, empresa gaúcha entra no ciclo de veículos P7

A Transportes Panex, empresa gaúcha com mais de 60 anos de atividades no transporte de cargas, anunciou esta semana a compra de 20 cavalos-mecânicos Scania com motorização Euro V. A empresa não divulgou os modelos adquiridos nem o valor do negócio.

Segundo a Panex, a nova motorização, que atende às normas do Proconve P7 e Euro V, trazem uma redução de 80% na emissão de gases poluentes e material particulado à atmosfera e se traduz em uma aquisição para trazer economia operacional, conforto aos motoristas e ajuda em menor poluição ao meio ambiente.

“Esse investimento nos permite aliar tecnologia, respeito ao meio ambiente e atendimento rápido e de qualidade aos clientes, o grande diferencial competitivo, e a garantia de segurança para nossos colaboradores”, destaca o presidente da empresa, Paulo Bedin.

A Transportes Panex opera nos Estados do Sul e Sudeste do Brasil, com matriz em Caxias do Sul (RS) e unidades em Porto Alegre (RS), Joinville (SC), Curitiba (PR), Belo Horizonte (MG), São Paulo, Rio de Janeiro e Barra Mansa (RJ). A transportadora conta com uma frota de 340 veículos, entre caminhões extrapesados, pesados, médios, leves e vans.

Portal Transporta Brasil

Plimor investe R$ 8 milhões em sorter

Quinta-feira, 22 de Novembro, 2012

A Transportadora Plimor passou a contar, nos últimos meses, com um novo sorter para apoiar as operações em sua unidade de Curitiba. Segundo a empresa, foram investidos R$ 8 milhões no equipamento.

A aquisição do sorter, de fabricação italiana, deve permitir maior flexibilidade, segurança e agilidade nas operações da unidade, melhorando as atividades de conferência de peso, cubagem e separação das mercadorias. A Plimor não revela o nome do fabricante do equipamento.

“O sorter possibilita mais precisão operacional, uma logística eficiente e maior rastreabilidade dos embarques, com menor tempo de resposta aos clientes”, analisa o diretor da Plimor, Julhiano Bortoncello. Segundo a empresa, ainda não é possível quantificar os ganhos de produtividade atingidos com a utilização do equipamento. “A aquisição do sorter está diretamente ligada à estratégia da Plimor de investir em tecnologia, assegurando para nossos clientes um transporte ainda mais ágil e seguro”, completa o executivo.

A unidade da empresa localizada na capital paranaense, em uma área total de mais de 30 mil m², possui 6 mil m² de área construída. A filial conta com uma capacidade operacional de 60 mil volumes por dia para distribuição e transferência nas regiões em que a Plimor atua no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Argentina.

Especializada em serviços de coleta, entrega e transferência de cargas, a Plimor, sediada em Farroupilha (RS), emprega cerca de 2.800 colaboradores diretos e indiretos em suas 72 unidades. A frota da empresa, que conta com 500 veículos rastreados com idade média de três anos, é responsável por movimentar cerca de 90 mil volumes por dia, entre entregas e coletas.

Site: Tecnologistica em 22/11/12.

Letsara reduz emissão de poluentes com projeto de responsabilidade

Segunda-feira, 5 de Dezembro, 2011
A Letsara Transportes e Logística, empresa gaúcha que opera o transporte internacional no Mercosul, vem colhendo resultados significativos com o Projeto EcoSocial, que tem como principal objetivo reduzir os impactos ambientais produzidos pela frota da empresa.

Com metas trimestrais, o foco é economizar no diesel e manter a frota regulada para diminuir as emissões. O projeto adotou os fatores de conversão do Programa Brasileiro GHG Protocol como padrão.

Segundo o gerente administrativo da empresa, Andrei Coppetti, o projeto teve início em abril deste ano. “Nós traçamos um objetivo de redução de 3% no segundo trimestre do ano, 4% no terceiro e 5% no quarto. Até agora conquistamos todos os objetivos, falta pouco para alcançarmos os 5% prometidos para o último período”, diz o executivo.

Coppetti ainda ressalta que a meta é deixar de emitir 170 toneladas de gases poluentes neste ano de 2011.

 
Por Victor José, repórter do Portal Transporta Brasil

Translovato inaugura nova sede – Campinas – SP

Terça-feira, 18 de Outubro, 2011

Em setembro de 2011 a Centralizadora Campinas – SP passou a contar com uma nova sede. Além da ampliação física, houve o crescimento na capacidade de negócios.

                Todo esse investimento foi idealizado para que o atendimento deste importante pólo seja realizado com ainda mais excelência, afinal, nossos clientes merecem.

                O terminal conta com o sistema de Cross Docking, que pode ser definido como uma operação do sistema de distribuição na qual os produtos de um veículo são recebidos, separados e encaminhados para outro veículo. Com grande capacidade de mobilidade, pois possui 60 docas. Investir em segurança foi um dos principais focos desta nova sede, que tem mais de 50 câmeras instaladas interna e externamente. Além disso, está localizada num condomínio, que possui 45.000 m² de área exclusiva para a Translovato, sendo a área total construída de 8.500 m², com 5.500 m² de terminal e o restante de escritórios, refeitórios e a casa do motorista.

        A nova sede proporciona maior agilidade operacional, pois localiza-se estrategicamente na divisa das cidades de Sumaré, Campinas e Paulínia. Além de estar há 2 km da rodovia Anhanguera e há 9 km da rodovia dos Bandeirantes.  Isso traz total praticidade de acesso para as principais rodovias do país, o que facilita as operações.

Em julho deste ano, a Translovato completou 32 anos de atuação, e a nova sede em Campinas contribui ainda mais para o crescimento e posicionamento da empresa no mercado.

Fonte: Translovato

Trans Iguaçu premiada pela Kraft Foods Brasil

Terça-feira, 18 de Outubro, 2011

A empresa curitibana Trans Iguaçu acaba de receber o Prêmio Pascoal (Coelhão), concedido pela Kraft Foods Brasil, como empresa de melhor desempenho na entrega dos Ovos de Páscoa. Participam da disputa cinco grandes transportadoras brasileiras, responsáveis pela logística de distribuição de ovos em todo país. A Trans Iguaçu, que faz a entrega de chocolates na Grande São Paulo, alcançou índice de 99,6% no critério performance, que analisa a eficiência do serviço de entrega nos quesitos dia, horário estabelecido, faltas e avarias.

O prêmio foi comemorado com entusiasmo na empresa, já que até 2010 a Kraft premiava uma transportadora por região e neste ano a premiação passou a ser nacional. “É a confirmação da excelência do trabalho prestado há nove anos pela Trans Iguaçu à Kraft Foods Brasil, que é a maior empresa de doces do mundo”, destacou o sócio-gerente Douber Cardoso. Ele explica que a empresa paranaense forneceu aos seus colaboradores um treinamento específico para atender ás necessidades da Kraft.

Quem encontra no supermercado gôndolas cobertas de Ovos de Páscoa não tem idéia da logística necessária por detrás da distribuição. “Os ovos têm dia e horário para entrega, o que requer um planejamento impecável e principalmente a dedicação dos nossos colaboradores”, enfatizou Cardoso.

Para fazer a entrega de Ovos de Páscoa em mais de 350 lojas da grande São Paulo, sem extrapolar os prazos previstos e mantendo a integridade dos produtos, a transportadora curitibana enfrentou obstáculos como rodízio de placas e a restrição de horários vigente na maior cidade da América Latina. Foram utilizados 30 caminhões refrigerados dedicados, em uma operação que durou 28 dias, envolvendo aproximadamente 80 profissionais da empresa.

Para celebrar mais este prêmio recebido pela Trans Iguaçu, a empresa realiza um jantar para colaboradores e convidados, que acontece no próximo dia 19, no restaurante Mezza Notte. Na oportunidade será feito um brinde em comemoração ao prêmio conquistado, além de presenteados os colaboradores que mais se destacaram na operação.

Sobre a Trans Iguaçu
Fundada em 1967, a Trans Iguaçu presta serviços de transporte rodoviário de cargas em todo país e destaca-se pela excelência de seus serviços. A empresa já recebeu inúmeros prêmios por garantir novas soluções, agilidade e exclusividade no atendimento. Atualmente instalada na Cidade Industrial de Curitiba, a transportadora conta com nove filiais instaladas em cidades estratégicas, sendo uma em Assunção, no Paraguai, além de uma equipe de 420 colaboradores e uma frota de 220 veículos.

 

Fonte: Trans-Iguaçu

SOFtran Estará na Transpo-Sul 2011

Quinta-feira, 2 de Junho, 2011

De 13 a 15 de julho, no Centro de Eventos FIERGS, em Porto Alegre/RS, estará acontecendo a Transpo-Sul. A feira está na sua 13ª edição e é o ponto de convergência dos produtos e serviços que fazem a diferença neste mercado tão competitivo. A SOFtran, pela terceira vez consecutiva estará participando. Venha nos visitar.

A Perda de Receita. Você tem idéia de quanto perde?

Segunda-feira, 30 de Maio, 2011

 

Você tem idéia da perda de receita decorrente de fraudes de Clientes ou falhas internas no seu processo de faturamento?Infelizmente não existem dados confiáveis a respeito desse tema, mas seguramente existem valores substanciais a serem recuperados pela sua empresa. Particularmente, estimo algo entre 10% a 20% da receita atual das Transportadoras e Operadores Logísticos. Portanto, se a sua empresa tem uma receita mensal de R$ 5 milhões, poderia estar faturando R$ 5,5 a R$ 6,0 milhões.

O problema é grave, e em função disso muitas Transportadoras e Operadores Logísticos já remuneram as comissões de seus Executivos de Vendas e vendedores pelos valores líquidos recebidos e não pelo faturamento,

Fraudes de Clientes normalmente estão relacionadas à informação incorreta de pesos e volumes destinados a entrega. A utilização das esteiras cubadoras por várias transportadoras de cargas fracionadas têm se transformado em um grande “tormento” para diversos Embarcadores mal intencionados. Clientes também atrasam pagamentos, aplicam multas financeiras relacionadas ao desempenho “contratado”, deixam de recolher taxas acessórias (generalidades) e praticam descontos de faturas de forma unilateral. Você tem controle sobre isso?

Porém, uma parcela representativa das perdas de receitas em Transportadoras e Operadores Logísticos é decorrente de falhas de procedimentos internos ou erros existentes em todo o fluxo de faturamento.

Ao processo de minimizar essas perdas chamamos de Garantia de Receita. O que a sua empresa está fazendo para minimizar as perdas de receita e garantir o correto faturamento?

Para combater a perda de receita, é fundamental mapear e entender o fluxo de faturamento desde o registro da coleta ou de qualquer outra atividade operacional ou administrativa até o efetivo recebimento do dinheiro relativo ao pagamento das faturas emitidas.

É possível que o fluxo de faturamento apresente algumas variações em função do sistema de faturamento adotado pela empresa e dos procedimentos particulares associados aos diferentes clientes.

A cada ponto de perda potencial identificado dever-se-á estabelecer um procedimento de controle com o intuito de garantir que não esteja havendo perda de receita.

E quais são os potenciais pontos de perda de receita?

Começaremos pelos ajustes em faturas e descontos concedidos a Clientes.  Quais os principais motivos para a revisão dos valores cobrados? Qual o procedimento existente para solicitar e autorizar os abatimentos? Existe algum tipo de análise para descontos acima de determinados valores?

Outro ponto importante está relacionado ao ressarcimento de danos causados aos Clientes, em função de extravios de mercadorias, furtos, avarias, etc. Qual o procedimento existente para a análise e aprovação dos valores envolvidos? Existem estatísticas confiáveis e estratificação dos principais motivos para as não-conformidades? Qual a abordagem aplicada na solução e prevenção dos principais problemas?

É também um potencial perda de receita os valores não cobrados por serviços diferenciados, diferentes daqueles contratados. Está claro para a sua empresa quais os serviços contratados pelos Clientes e aquilo que pode ser considerado um serviço especial e diferenciado e como (e quanto) isso deve ser cobrado?

Considera-se também perda de receita a não cobrança de taxas decorrentes das dificuldades causadas pelos Clientes na coleta e entrega de materiais, como é o caso da TDE – Taxa de Dificuldade de Entrega, taxas de agendamento, TDA – Taxa de Dificuldade de Acesso e TRT – Taxa de Restrição de Trânsito, esta última resultante das restrições impostas pelos governantes de diversos municípios brasileiros.

Por fim, podemos considerar perda de receita os juros não cobrados pelos extensivos prazos de pagamento praticados pelos Clientes, além daquilo combinado.

A adoção de diversos procedimentos de controle contribuirá para reduzir significativamente a perda de receita provocada por erros de procedimento e falhas de sistemas de monitoramento e alerta. Esses procedimentos deverão ser acompanhados de análises técnicas e complementados por estatísticas que comparem a receita estimada com a receita real.

Pode ter certeza que todo e qualquer esforço será recompensado, afinal, o potencial de recuperar “receitas perdidas” é muito maior do que podemos imaginar.

 Fonte: Tigerlog – Marco Antônio Neves
 

Empresas de logística e a busca pelo melhor ERP

Terça-feira, 24 de Maio, 2011

O mundo tecnológico não está mais restrito às grandes corporações com verbas tentadoras. Se alguém, há alguns anos, (…)

O mundo tecnológico não está mais restrito às grandes corporações com verbas tentadoras. Se alguém, há alguns anos, falasse na implementação de sistemas de ERP (Enterprise Resource Planning) em empresas de pequeno e médio porte, seria taxado de insano. No entanto, o tempo mudou e a evolução tecnológica é um caminho sem volta.

Nesse cenário, as empresas do segmento de Logística e empresas onde a área de Logística é diferencial estratégico passaram a buscar soluções para se profissionalizarem e enfrentarem a concorrência de um mercado cada vez mais voraz e competitivo.

Embora algumas ainda insistam em ter controles e sistemas arcaicos, principalmente por conta das verbas nada tentadoras, outras buscam constantemente o apoio de consultorias e empresas que foram criadas para ajudar esse público a se desenvolver.

Não é à toa que gigantes da tecnologia passaram a ficar de olho nas empresas. Afinal, uma empresa dessa bem gerida e preparada para enfrentar a concorrência pode passar rapidamente para outro patamar com melhores resultados e controles. E, assim, todos sempre vão ganhar com esse círculo.

No meio desse novo comportamento, o ERP passou a ocupar um lugar de destaque nas corporações, normalmente puxados pela área de Logística, lembrando que essa área costuma viabilizar economicamente os investimentos em ERPs, por se tratar de um sistema amplo de soluções e informações que facilita a integração dos departamentos da empresa e meio externo, tornando-se essencial para a gestão e otimização dos processos, além de otimizar processos de planejamento e fluxo de materiais.

A busca por soluções eficientes cresceu, embora sem o completo entendimento dessa sigla. Afinal, investir em ERP garante que minha empresa vai disparar na liderança entre as outras companhias? Por que demora tanto? Por que o custo é alto? Como compro uma solução adequada para meu negócio? Mas como decidir pelo melhor sistema de ERP e garantir uma implantação sem problemas no futuro?

Para adquirir essa ferramenta, é fundamental saber escolher o software mais indicado para a empresa. Para facilitar, confira 10 dicas para auxiliar na seleção do melhor sistema ERP para empresas de logística médio porte:

1.    Defina previamente as necessidades, focos e prioridades da empresa, além de identificar o real objetivo de implantar o novo sistema;

2.    Envolva os principais usuários que serão os responsáveis pela implantação desde o início do processo, participando inclusive da escolha do sistema;

3.    Compare os sistemas em bases homogêneas, priorizando processos mais importantes para a empresa, não apenas os que atualmente requerem melhorias;

4.    A definição deve ser feita por comitê com autonomia de decisão, tendo representação das diversas áreas da organização; se for necessário, inclua um diretor e colaborador da área de compras para negociação;

5.    Verifique a capacitação e experiência de implantação do parceiro, comprometimento que terá com o projeto e o nível de conhecimento dos consultores que estarão participando da implantação;

6.    Antes da definição final, procure visitar clientes que usem o sistema de preferência, que tenham o mesmo porte e mercado para conhecer as experiências de implantação, dificuldades de configurações etc. Inclua também a referência prática da dimensão dos recursos de infra-estrutura, assim será possível coletar sugestões e reduzir riscos na implantação;

7.    Mantenha a visão holística e plana, verificando o atendimento dos processos da empresa de forma integrada;

8.    Avalie a tecnologia aplicada no sistema verificando a atualização, se está dentro das tendências e se há pessoal capacitado disponível;

9.    Avalie o sistema por pontuação em critérios previamente definidos e ponderados conforme a necessidade da empresa, a pontuação deve ser definida pelo comitê;

10.    A avaliação dos valores financeiros deve incluir o valor de compra das licenças, custo de manutenção para no mínimo três anos, custo da implantação, de mão de obra extra ou pós-implantação, além de verificar como será a cobrança de viagens e estadias dos consultores.

A escolha do sistema impacta de forma direta a empresa, portanto, a maturidade e estabilidade do sistema devem ser fortemente consideradas. Tenha em mente que se trata de uma escolha para mais de uma década, é importante que a visão seja global, uma vez que é alto o risco de tomar uma decisão com pouca base ou com informações superficiais.

Não basta apenas contratar uma empresa especializada em ERP, principalmente quando falamos de médias corporações, que muitas vezes não têm um departamento específico para encontrar as melhores soluções.

Por isso, hoje existem metodologias no mercado que estudam e verificam qual é o melhor sistema de ERP para ser implementado nas empresas. O objetivo é facilitar a vida e otimizar custos dos empresários que buscam soluções para organizar processos e recursos internos.

Isso passa a ser uma tranquilidade para as empresas, que vão contar com profissionais da área de TI qualificados, responsáveis por realizar um estudo interno e identificar qual o sistema mais adequado para o cliente, a partir das necessidades, requisitos individuais e estratégia das empresas, reduzindo o risco e melhorando o nível de qualidade do projeto.

Justamente por conta dessa equipe especializada, todo o processo acontece de forma prática e em tempo reduzido, com resultados pautados pela eficiência. Mesmo porque boas ferramentas podem gerar insucesso se não forem escolhidas corretamente e contarem com uma boa gestão e implementação.

Hoje, no mercado, saber escolher o melhor ERP para cada negócio pode significar um salto no desenvolvimento das empresas.

Edgar Marçon – Especialista em implantação e melhoria de processos operacionais e diretor da PLK Consulting

ANTT proíbe definitivamente a Carta-Frete para caminhoneiros autônomos

Sexta-feira, 29 de Abril, 2011

A ANTT – Agência Nacional de Transportes Terrestres publicou no Diário Oficial da União a resolução nº 3.658/2011 que regulamenta o pagamento dos caminhoneiros autônomos. Com isso, fica proibido o uso de carta-frete ou de qualquer outro meio não homologado pela ANTT. José Araújo “China” da Silva, presidente da Unicam – União Nacional dos Caminhoneiros, conta que essa é uma das maiores conquistas para a classe. “Antes o sistema não tinha nenhum controle e cada um trabalhava na maneira que julgasse mais vantajosa. Agora existe uma regra e as companhias terão que cumprir”, comemora.

As empresas têm até 180 dias para se adequar a nova norma sem serem penalizadas. Transportadoras e embarcadoras podem escolher entre duas formas de pagamento: depósito direto na conta do caminhoneiro ou contratação de uma empresa homologada pela ANTT.

A Agência irá habilitar empresas como administradoras de meios de pagamento eletrônico de frete que cumprirem os requisitos previstos na resolução. Basicamente, as empresas candidatas à homologação devem ter sistemas de pagamento com recursos tecnológicos que permitam efetuar créditos para liquidação dos fretes, operações de saque e débito e utilização de senha para impedir o uso não autorizado. Nesses cartões deverá constar o valor do frete, do vale-pedágio, do combustível e de eventuais despesas. No site da ANTT ficarão disponíveis informações sobre as empresas habilitadas.

A nova resolução põe fim a uma prática com mais de 50 anos: a carta-frete. Forma comum de pagamento pelo transporte de carga, o documento não tem valor fiscal e é emitido sem permissão legal pelas próprias empresas, que liberam os caminhoneiros para abastecer somente nos postos acordados para realizar a troca da carta-frete por dinheiro ou cheque. O caminhoneiro também é submetido a um consumo mínimo e ainda ao pagamento de um valor superior no litro do combustível, infringindo o Código de Defesa do Consumidor, que proíbe condicionar o fornecimento de um produto ao consumo de outro.

Além de prejudicar cerca de 1,19 milhão de transportadores autônomos, a carta-frete também dificulta a fiscalização e facilita a sonegação de impostos. Estima-se que o setor movimente R$ 60 bilhões anualmente, mas 73% estariam na informalidade. Segundo dado do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o governo brasileiro registra como movimentação de frete em relação a caminhoneiros apenas R$ 16 bilhões por ano.

Para os transportadores autônomos os principais benefícios serão a liberdade de escolha e a inclusão social. “Os caminhoneiros poderão optar pelas melhores condições oferecidas pelos postos. Além disso, com a regulamentação do pagamento eles terão como comprovar a renda e participar de programas de financiamento para renovar a frota”, explica China.

Fonte: Weblog

Transportadora Plimor inaugura unidade em São Carlos, SP

Quinta-feira, 28 de Abril, 2011

A Transportadora Plimor abriu mais uma unidade no interior de São Paulo no dia 26 de abril, em São Carlos. A nova filial, situada no bairro Parque Industrial, é a 18ª no Estado.

Com a expansão, a Plimor atinge a marca de 73 unidades distribuídas no Brasil, São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná e na Argentina. “Quanto mais unidades, menor é a área de cobertura, o que representa ainda mais agilidade em nível operacional”, ressalta o diretor da Plimor, Julhiano Bortoncello.

A unidade de São Carlos é direcionada para o atendimento de 28 cidades: Américo Brasiliense, Araraquara, Boa Esperança do Sul, Bocaina, Brotas, Descalvado, Dobrada, Dois Córregos, Dourado, Gavião Peixoto, Guariba, Guatapará, Ibaté, Itápolis, Itirapina, Matão, Motuca, Nova Europa, Pirassununga, Porto Ferreira, Ribeirão Bonito, Rincão, Santa Ernestina, Santa Lícia, Santa Maria da Serra, Torrinha, Trabiju, além de São Carlos.

A Plimor de São Carlos conta com área própria de 800 m² e frota compatível, com cinco caminhões. Antes, as unidades de Ribeirão Preto e Bauru atendiam os clientes dessa região. A expectativa da nova filial é transportar um volume mensal de 200 toneladas e realizar 1,3 mil entregas. “É mais um ponto estratégico no Estado, que vai permitir uma presença maior junto aos clientes”, destaca Bortoncello.

Fonte: Web Log