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Translovato inaugura nova sede – Campinas – SP

Terça-feira, 18 de Outubro, 2011

Em setembro de 2011 a Centralizadora Campinas – SP passou a contar com uma nova sede. Além da ampliação física, houve o crescimento na capacidade de negócios.

                Todo esse investimento foi idealizado para que o atendimento deste importante pólo seja realizado com ainda mais excelência, afinal, nossos clientes merecem.

                O terminal conta com o sistema de Cross Docking, que pode ser definido como uma operação do sistema de distribuição na qual os produtos de um veículo são recebidos, separados e encaminhados para outro veículo. Com grande capacidade de mobilidade, pois possui 60 docas. Investir em segurança foi um dos principais focos desta nova sede, que tem mais de 50 câmeras instaladas interna e externamente. Além disso, está localizada num condomínio, que possui 45.000 m² de área exclusiva para a Translovato, sendo a área total construída de 8.500 m², com 5.500 m² de terminal e o restante de escritórios, refeitórios e a casa do motorista.

        A nova sede proporciona maior agilidade operacional, pois localiza-se estrategicamente na divisa das cidades de Sumaré, Campinas e Paulínia. Além de estar há 2 km da rodovia Anhanguera e há 9 km da rodovia dos Bandeirantes.  Isso traz total praticidade de acesso para as principais rodovias do país, o que facilita as operações.

Em julho deste ano, a Translovato completou 32 anos de atuação, e a nova sede em Campinas contribui ainda mais para o crescimento e posicionamento da empresa no mercado.

Fonte: Translovato

Trans Iguaçu premiada pela Kraft Foods Brasil

Terça-feira, 18 de Outubro, 2011

A empresa curitibana Trans Iguaçu acaba de receber o Prêmio Pascoal (Coelhão), concedido pela Kraft Foods Brasil, como empresa de melhor desempenho na entrega dos Ovos de Páscoa. Participam da disputa cinco grandes transportadoras brasileiras, responsáveis pela logística de distribuição de ovos em todo país. A Trans Iguaçu, que faz a entrega de chocolates na Grande São Paulo, alcançou índice de 99,6% no critério performance, que analisa a eficiência do serviço de entrega nos quesitos dia, horário estabelecido, faltas e avarias.

O prêmio foi comemorado com entusiasmo na empresa, já que até 2010 a Kraft premiava uma transportadora por região e neste ano a premiação passou a ser nacional. “É a confirmação da excelência do trabalho prestado há nove anos pela Trans Iguaçu à Kraft Foods Brasil, que é a maior empresa de doces do mundo”, destacou o sócio-gerente Douber Cardoso. Ele explica que a empresa paranaense forneceu aos seus colaboradores um treinamento específico para atender ás necessidades da Kraft.

Quem encontra no supermercado gôndolas cobertas de Ovos de Páscoa não tem idéia da logística necessária por detrás da distribuição. “Os ovos têm dia e horário para entrega, o que requer um planejamento impecável e principalmente a dedicação dos nossos colaboradores”, enfatizou Cardoso.

Para fazer a entrega de Ovos de Páscoa em mais de 350 lojas da grande São Paulo, sem extrapolar os prazos previstos e mantendo a integridade dos produtos, a transportadora curitibana enfrentou obstáculos como rodízio de placas e a restrição de horários vigente na maior cidade da América Latina. Foram utilizados 30 caminhões refrigerados dedicados, em uma operação que durou 28 dias, envolvendo aproximadamente 80 profissionais da empresa.

Para celebrar mais este prêmio recebido pela Trans Iguaçu, a empresa realiza um jantar para colaboradores e convidados, que acontece no próximo dia 19, no restaurante Mezza Notte. Na oportunidade será feito um brinde em comemoração ao prêmio conquistado, além de presenteados os colaboradores que mais se destacaram na operação.

Sobre a Trans Iguaçu
Fundada em 1967, a Trans Iguaçu presta serviços de transporte rodoviário de cargas em todo país e destaca-se pela excelência de seus serviços. A empresa já recebeu inúmeros prêmios por garantir novas soluções, agilidade e exclusividade no atendimento. Atualmente instalada na Cidade Industrial de Curitiba, a transportadora conta com nove filiais instaladas em cidades estratégicas, sendo uma em Assunção, no Paraguai, além de uma equipe de 420 colaboradores e uma frota de 220 veículos.

 

Fonte: Trans-Iguaçu

PAGAMENTO DO FRETE AO AUTÔNOMO – FIM DA

Terça-feira, 7 de Junho, 2011

A Agência Nacional de Transporte Terrestre trouxe à luz a Resolução n.o 3.658/11, que regulamentou o art. 5º A da Lei n.o 11.442/07, que trata da forma de pagamento do valor do frete ao motorista autônomo.

 

Tal Resolução prevê duas formas de pagamento, o crédito em conta de depósito mantida em instituição bancária; ou outros meios de pagamento eletrônico habilitados pela ANTT.

 

Em que pese a questionável legalidade, assim que a resolução passar a produzir efeitos o pagamento do frete ao motorista autônomo e a empresa com até três veículos de carga cadastrados na ANTT, só poderá ser feito na forma do parágrafo anterior.

 

Os meios de pagamento eletrônico do frete serão disponibilizados por empresas que serão cadastradas pela ANTT.

 

Outra novidade trazida pela Resolução n.o 3.658/11 é que o contratante do serviço de transporte através de motorista autônomo ou empresa de transporte com até três veículos de carga, deverá cadastrar todas as operações de transporte por meio de uma das empresas cadastradas na ANTT.

 

Estas empresas fornecerão um Código Identificador da Operação de Transporte, cujo número deverá ser informado no documento fiscal que acompanha o transporte, ou seja, em regra, o conhecimento de transporte. Assim, todos os serviços de transportes que envolver autônomo ou seu equiparado deverá ser informado a uma das empresas cadastradas pela ANTT, escolhida pelo contratante do serviço.

 

O pagamento do frete deverá ser feito imediatamente após a entrega da mercadoria no destinatário, salvo se pactuado em contrato outra data. O não pagamento do frete pelo contratante permite ao motorista autônomo ou seu equiparado (empresa com até três veículos de carga cadastrados na ANTT), cobrá-lo do dono da carga ou do consignatário, sendo que este é definido pela Resolução como aquele que receber as mercadorias transportadas e que constar no documento fiscal e/ou for o indicado no cadastramento da operação de transporte.

 

A empresa contratante do frete que optar por pagar o mesmo por meio eletrônico, poderá fazer créditos também de vale-pedágio, combustível e demais despesas. Porém, é importante registrar que o motorista autônomo deve ter autonomia na gestão do seu veículo, principalmente no que tange à manutenção e abastecimento do mesmo, para não trazer problemas trabalhistas ao contratante.

 

Por fim, é importante registrar que até o momento no sítio da ANTT não consta nenhuma empresa cadastrada, mas em breve as mesmas deverão aparecer e poderemos analisar a praticidade do sistema, pois nos causa preocupação o impacto da exigência de se cadastrar todas as operações de transporte e a agilidade do mundo dos negócios logísticos.

 

Fonte: Jurídico SETCESP

SOFtran Estará na Transpo-Sul 2011

Quinta-feira, 2 de Junho, 2011

De 13 a 15 de julho, no Centro de Eventos FIERGS, em Porto Alegre/RS, estará acontecendo a Transpo-Sul. A feira está na sua 13ª edição e é o ponto de convergência dos produtos e serviços que fazem a diferença neste mercado tão competitivo. A SOFtran, pela terceira vez consecutiva estará participando. Venha nos visitar.

Empresas de logística e a busca pelo melhor ERP

Terça-feira, 24 de Maio, 2011

O mundo tecnológico não está mais restrito às grandes corporações com verbas tentadoras. Se alguém, há alguns anos, (…)

O mundo tecnológico não está mais restrito às grandes corporações com verbas tentadoras. Se alguém, há alguns anos, falasse na implementação de sistemas de ERP (Enterprise Resource Planning) em empresas de pequeno e médio porte, seria taxado de insano. No entanto, o tempo mudou e a evolução tecnológica é um caminho sem volta.

Nesse cenário, as empresas do segmento de Logística e empresas onde a área de Logística é diferencial estratégico passaram a buscar soluções para se profissionalizarem e enfrentarem a concorrência de um mercado cada vez mais voraz e competitivo.

Embora algumas ainda insistam em ter controles e sistemas arcaicos, principalmente por conta das verbas nada tentadoras, outras buscam constantemente o apoio de consultorias e empresas que foram criadas para ajudar esse público a se desenvolver.

Não é à toa que gigantes da tecnologia passaram a ficar de olho nas empresas. Afinal, uma empresa dessa bem gerida e preparada para enfrentar a concorrência pode passar rapidamente para outro patamar com melhores resultados e controles. E, assim, todos sempre vão ganhar com esse círculo.

No meio desse novo comportamento, o ERP passou a ocupar um lugar de destaque nas corporações, normalmente puxados pela área de Logística, lembrando que essa área costuma viabilizar economicamente os investimentos em ERPs, por se tratar de um sistema amplo de soluções e informações que facilita a integração dos departamentos da empresa e meio externo, tornando-se essencial para a gestão e otimização dos processos, além de otimizar processos de planejamento e fluxo de materiais.

A busca por soluções eficientes cresceu, embora sem o completo entendimento dessa sigla. Afinal, investir em ERP garante que minha empresa vai disparar na liderança entre as outras companhias? Por que demora tanto? Por que o custo é alto? Como compro uma solução adequada para meu negócio? Mas como decidir pelo melhor sistema de ERP e garantir uma implantação sem problemas no futuro?

Para adquirir essa ferramenta, é fundamental saber escolher o software mais indicado para a empresa. Para facilitar, confira 10 dicas para auxiliar na seleção do melhor sistema ERP para empresas de logística médio porte:

1.    Defina previamente as necessidades, focos e prioridades da empresa, além de identificar o real objetivo de implantar o novo sistema;

2.    Envolva os principais usuários que serão os responsáveis pela implantação desde o início do processo, participando inclusive da escolha do sistema;

3.    Compare os sistemas em bases homogêneas, priorizando processos mais importantes para a empresa, não apenas os que atualmente requerem melhorias;

4.    A definição deve ser feita por comitê com autonomia de decisão, tendo representação das diversas áreas da organização; se for necessário, inclua um diretor e colaborador da área de compras para negociação;

5.    Verifique a capacitação e experiência de implantação do parceiro, comprometimento que terá com o projeto e o nível de conhecimento dos consultores que estarão participando da implantação;

6.    Antes da definição final, procure visitar clientes que usem o sistema de preferência, que tenham o mesmo porte e mercado para conhecer as experiências de implantação, dificuldades de configurações etc. Inclua também a referência prática da dimensão dos recursos de infra-estrutura, assim será possível coletar sugestões e reduzir riscos na implantação;

7.    Mantenha a visão holística e plana, verificando o atendimento dos processos da empresa de forma integrada;

8.    Avalie a tecnologia aplicada no sistema verificando a atualização, se está dentro das tendências e se há pessoal capacitado disponível;

9.    Avalie o sistema por pontuação em critérios previamente definidos e ponderados conforme a necessidade da empresa, a pontuação deve ser definida pelo comitê;

10.    A avaliação dos valores financeiros deve incluir o valor de compra das licenças, custo de manutenção para no mínimo três anos, custo da implantação, de mão de obra extra ou pós-implantação, além de verificar como será a cobrança de viagens e estadias dos consultores.

A escolha do sistema impacta de forma direta a empresa, portanto, a maturidade e estabilidade do sistema devem ser fortemente consideradas. Tenha em mente que se trata de uma escolha para mais de uma década, é importante que a visão seja global, uma vez que é alto o risco de tomar uma decisão com pouca base ou com informações superficiais.

Não basta apenas contratar uma empresa especializada em ERP, principalmente quando falamos de médias corporações, que muitas vezes não têm um departamento específico para encontrar as melhores soluções.

Por isso, hoje existem metodologias no mercado que estudam e verificam qual é o melhor sistema de ERP para ser implementado nas empresas. O objetivo é facilitar a vida e otimizar custos dos empresários que buscam soluções para organizar processos e recursos internos.

Isso passa a ser uma tranquilidade para as empresas, que vão contar com profissionais da área de TI qualificados, responsáveis por realizar um estudo interno e identificar qual o sistema mais adequado para o cliente, a partir das necessidades, requisitos individuais e estratégia das empresas, reduzindo o risco e melhorando o nível de qualidade do projeto.

Justamente por conta dessa equipe especializada, todo o processo acontece de forma prática e em tempo reduzido, com resultados pautados pela eficiência. Mesmo porque boas ferramentas podem gerar insucesso se não forem escolhidas corretamente e contarem com uma boa gestão e implementação.

Hoje, no mercado, saber escolher o melhor ERP para cada negócio pode significar um salto no desenvolvimento das empresas.

Edgar Marçon – Especialista em implantação e melhoria de processos operacionais e diretor da PLK Consulting

ANTT proíbe definitivamente a Carta-Frete para caminhoneiros autônomos

Sexta-feira, 29 de Abril, 2011

A ANTT – Agência Nacional de Transportes Terrestres publicou no Diário Oficial da União a resolução nº 3.658/2011 que regulamenta o pagamento dos caminhoneiros autônomos. Com isso, fica proibido o uso de carta-frete ou de qualquer outro meio não homologado pela ANTT. José Araújo “China” da Silva, presidente da Unicam – União Nacional dos Caminhoneiros, conta que essa é uma das maiores conquistas para a classe. “Antes o sistema não tinha nenhum controle e cada um trabalhava na maneira que julgasse mais vantajosa. Agora existe uma regra e as companhias terão que cumprir”, comemora.

As empresas têm até 180 dias para se adequar a nova norma sem serem penalizadas. Transportadoras e embarcadoras podem escolher entre duas formas de pagamento: depósito direto na conta do caminhoneiro ou contratação de uma empresa homologada pela ANTT.

A Agência irá habilitar empresas como administradoras de meios de pagamento eletrônico de frete que cumprirem os requisitos previstos na resolução. Basicamente, as empresas candidatas à homologação devem ter sistemas de pagamento com recursos tecnológicos que permitam efetuar créditos para liquidação dos fretes, operações de saque e débito e utilização de senha para impedir o uso não autorizado. Nesses cartões deverá constar o valor do frete, do vale-pedágio, do combustível e de eventuais despesas. No site da ANTT ficarão disponíveis informações sobre as empresas habilitadas.

A nova resolução põe fim a uma prática com mais de 50 anos: a carta-frete. Forma comum de pagamento pelo transporte de carga, o documento não tem valor fiscal e é emitido sem permissão legal pelas próprias empresas, que liberam os caminhoneiros para abastecer somente nos postos acordados para realizar a troca da carta-frete por dinheiro ou cheque. O caminhoneiro também é submetido a um consumo mínimo e ainda ao pagamento de um valor superior no litro do combustível, infringindo o Código de Defesa do Consumidor, que proíbe condicionar o fornecimento de um produto ao consumo de outro.

Além de prejudicar cerca de 1,19 milhão de transportadores autônomos, a carta-frete também dificulta a fiscalização e facilita a sonegação de impostos. Estima-se que o setor movimente R$ 60 bilhões anualmente, mas 73% estariam na informalidade. Segundo dado do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o governo brasileiro registra como movimentação de frete em relação a caminhoneiros apenas R$ 16 bilhões por ano.

Para os transportadores autônomos os principais benefícios serão a liberdade de escolha e a inclusão social. “Os caminhoneiros poderão optar pelas melhores condições oferecidas pelos postos. Além disso, com a regulamentação do pagamento eles terão como comprovar a renda e participar de programas de financiamento para renovar a frota”, explica China.

Fonte: Weblog

Transportadora Plimor inaugura unidade em São Carlos, SP

Quinta-feira, 28 de Abril, 2011

A Transportadora Plimor abriu mais uma unidade no interior de São Paulo no dia 26 de abril, em São Carlos. A nova filial, situada no bairro Parque Industrial, é a 18ª no Estado.

Com a expansão, a Plimor atinge a marca de 73 unidades distribuídas no Brasil, São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná e na Argentina. “Quanto mais unidades, menor é a área de cobertura, o que representa ainda mais agilidade em nível operacional”, ressalta o diretor da Plimor, Julhiano Bortoncello.

A unidade de São Carlos é direcionada para o atendimento de 28 cidades: Américo Brasiliense, Araraquara, Boa Esperança do Sul, Bocaina, Brotas, Descalvado, Dobrada, Dois Córregos, Dourado, Gavião Peixoto, Guariba, Guatapará, Ibaté, Itápolis, Itirapina, Matão, Motuca, Nova Europa, Pirassununga, Porto Ferreira, Ribeirão Bonito, Rincão, Santa Ernestina, Santa Lícia, Santa Maria da Serra, Torrinha, Trabiju, além de São Carlos.

A Plimor de São Carlos conta com área própria de 800 m² e frota compatível, com cinco caminhões. Antes, as unidades de Ribeirão Preto e Bauru atendiam os clientes dessa região. A expectativa da nova filial é transportar um volume mensal de 200 toneladas e realizar 1,3 mil entregas. “É mais um ponto estratégico no Estado, que vai permitir uma presença maior junto aos clientes”, destaca Bortoncello.

Fonte: Web Log

Plimor recebe prêmio O Boticário no setor de logística

Terça-feira, 26 de Abril, 2011

A Transportadora Plimor conquistou, pelo terceiro ano consecutivo, a certificação de fornecedor Prata, concedida pela empresa O Boticário. A premiação foi recebida pelo sócio-fundador da Plimor, Plínio Bortoncello, no Espaço Torres, em Curitiba. “Este prêmio representa a melhoria da qualidade dos processos da Plimor e fortalece cada vez mais os laços com o Boticário. É um orgulho para nós termos esta empresa em nossa cartela de clientes no segmento de cosméticos”, destaca Bortoncello.

A Plimor começou a prestar serviços à empresa em 2007, sendo premiada com a certificação Prata desde 2009. Entre as premiações mais recentes, a Plimor conquistou o prêmio Top do Transporte 2010 como melhor empresa do Transporte Rodoviário de Cargas, ficando em segundo lugar no segmento de calçados, após se tornar uma das finalistas por meio de uma pesquisa nacional.

A certificação de O Boticário aos fornecedores é anual e envolve todos os segmentos, desde transportadoras a fabricantes de embalagens. A Plimor concorreu na categoria de transportes, em que participaram outras sete empresas, e foi julgada pela gerência e setor de logística. Foram avaliados performance de entrega, qualidade dos atendimentos, pontualidade, estabilidade dos preços, recursos tecnológicos, inovação, segurança e responsabilidade social, entre outros critérios. O tema desta edição da premiação foi o empreendedorismo.

Fonte: Weblog

Projeto Brasil-ID diminui o alto risco no transporte

Terça-feira, 19 de Abril, 2011

As Secretarias de Fazenda Estaduais e a Receita Federal, representados pelo Encontro Nacional dos Administradores Tributários (ENCAT) e pelo Centro de Pesquisas Avançadas Wernher von Braun, com o apoio do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) e do FINEP,  apresentam os primeiros resultados da implementação de projetos piloto do sistema “Brasil-ID” para iniciar, em cadeia nacional, o Sistema de Identificação, Rastreamento e Autenticação de Mercadorias.

O Brasil-ID, organizado pelas Secretarias de Fazenda dos Estados da União, Receita Federal e Ministério da Ciência e Tecnologia, incorpora os conceitos dos Documentos Fiscais Eletrônicos, como a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), o Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e) e o Manifesto de Documentos Fiscais Eletrônicos (MDF-e), utilizando um conjunto de soluções tecnológicas dentro de uma padronização para reduzir os riscos associados à fabricação e à logística de transporte de mercadorias que circulam pelo país.

Para a implementação oficial do projeto em todo o país, o Governo Brasileiro, por meio do Ministério da Ciência e Tecnologia e da FINEP, está investindo mais de R$ 20 milhões em testes de implementação pilotos e desenvolvimentos tecnológicos que viabilizam a prática de utilização de soluções tecnológicas modernas no âmbito internacional e, também, a independência tecnológica nacional relacionada ao fornecimento dessas soluções, sem a necessidade de importação de equipamentos.

O projeto é coordenado pelo Encontro Nacional dos Administradores Tributários (ENCAT) e pelo Centro de Pesquisas Avançadas Wernher von Braun. As implementações-piloto serão conduzidas através de corredores que passam por 16 Estados da União, por dezenas de empresas nos vários estágios da cadeia logística e em alguns segmentos mercantis. Participam ainda do projeto outras instituições de pesquisa e desenvolvimento. Com a estruturação de serviços de rastreamento e verificação de autenticidade de mercadorias é possível promover a segurança e a otimização do comércio e circulação em cada um desses Estados.

O sistema é baseado na tecnologia de Identificação por Radiofrequência (RFID) e em tecnologias associadas de telecomunicação, definindo um padrão comum para o rastreamento e a autenticação de todo tipo de produto em circulação pelo país. O objetivo do Governo é oferecer à empresa contribuinte nacional e ao cidadão consumidor uma ferramenta para a segurança do transporte de mercadorias, que diminua o risco e, portanto, o custo final no mercado.

O sistema possibilita a fiscalização mais ágil de cargas (inclusive as lacradas), a leitura automática da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e das notas fiscais na indústria e em toda a cadeia de distribuição, além das informações gravadas ao longo de todo o ciclo de vida do produto, que também ficam disponíveis a qualquer hora e em qualquer lugar, através de dispositivos e de comunicação sem fio. Estes podem ser usados em postos fiscais, pelas empresas de transporte, distribuidores, indústria e até pelo consumidor final.

As identidades das mercadorias ficarão gravadas e disponíveis, e o histórico dos eventos de passagem será gravado no próprio produto, de forma segura, a cada elo da cadeia de suprimentos. Assim, será possível saber suas rotas, as possíveis tentativas de fraude, os desvios (roubo ou furto), o tempo de trajeto, os custos associados, o monitoramento e as transações, tudo em tempo real, através do sistema de gerenciamento central e também pela leitura do próprio produto, que acusará esses eventos.

Fonte: Web Log

Plimor supera metas no transporte de cargas em 2010

Quinta-feira, 14 de Abril, 2011

A Plimor, transportadora gaúcha especializada no segmento de cargas fracionadas, fechou 2010 com faturamento 30,93% acima de 2009. “Foi um ano de muito trabalho, mas superamos a meta projetada pela empresa que era de 21,45%”, comemora o diretor, Julhiano Bortoncello (foto).

Em relação ao volume de despachos realizados, em 2010 a empresa contabilizou um incremento de 15%. “Nosso planejamento era ousado principalmente em termos de faturamento, já que havíamos estabelecimento uma meta acima do que era projetado para o PIB do país. Crescemos ampliando nosso marketshare e isso se verificou principalmente em São Paulo”, complementa Bortoncello.

No último trimestre do ano, devido ao fortalecimento do comércio eletrônico observado principalmente durante as compras para o Natal, a empresa registrou recorde nas movimentações. O pico de despachos foi observado em novembro, mês que superou em 21% a média mensal de 2010. Em comparação à média mensal registrada em 2009, este indicador foi ainda mais significativo, chegando a 40%.

Os resultados colhidos pela Plimor no ano passado tiveram grande contribuição das operações realizadas em São Paulo. As unidades de Guarulhos e de Campinas registraram ampliação no faturamento de 56,5% e de 43% respectivamente.

Bortoncello acrescenta que a transportadora também colheu bons resultados graças à ampliação na carteira de clientes, observada em todos os estados onde atua, mas especialmente em São Paulo, e com destaque no segmento de e-commerce.

Já Metrioni de Borba, gerente geral de Logística da Plimor, explica que o aumento na movimentação no final de ano é normal no setor de transportes. Entretanto, em 2010, houve uma mudança no perfil do cenário em função do comércio eletrônico. “Nem as próprias empresas com e-commerce esperavam isso, pois as previsões de embarque enviadas por elas antes deste período ficaram bem abaixo do que foi verificado. Isto provocou uma sobrecarga em todo o setor de transportes”, informa.

Para alcançar bons resultados, a empresa realizou não apenas investimentos na estrutura, com a implantação do plano de automatização dos terminais e ampliação no número de unidades, como também reforçou áreas e operações consideradas estratégicas.

Para o reforço na logística das operações, a transportadora criou linhas extras e, como medida preventiva, destacou veículos volantes para atendimento de fluxo excedente que não tivesse sido previamente programado pelos clientes. Outra ação foi a ampliação da frota efetiva da Plimor em cerca de 20%, representando aproximadamente 60 veículos, com a agregação de terceiros.

Fonte: Portal Logweb