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A Perda de Receita. Você tem idéia de quanto perde?

Segunda-feira, 30 de Maio, 2011

 

Você tem idéia da perda de receita decorrente de fraudes de Clientes ou falhas internas no seu processo de faturamento?Infelizmente não existem dados confiáveis a respeito desse tema, mas seguramente existem valores substanciais a serem recuperados pela sua empresa. Particularmente, estimo algo entre 10% a 20% da receita atual das Transportadoras e Operadores Logísticos. Portanto, se a sua empresa tem uma receita mensal de R$ 5 milhões, poderia estar faturando R$ 5,5 a R$ 6,0 milhões.

O problema é grave, e em função disso muitas Transportadoras e Operadores Logísticos já remuneram as comissões de seus Executivos de Vendas e vendedores pelos valores líquidos recebidos e não pelo faturamento,

Fraudes de Clientes normalmente estão relacionadas à informação incorreta de pesos e volumes destinados a entrega. A utilização das esteiras cubadoras por várias transportadoras de cargas fracionadas têm se transformado em um grande “tormento” para diversos Embarcadores mal intencionados. Clientes também atrasam pagamentos, aplicam multas financeiras relacionadas ao desempenho “contratado”, deixam de recolher taxas acessórias (generalidades) e praticam descontos de faturas de forma unilateral. Você tem controle sobre isso?

Porém, uma parcela representativa das perdas de receitas em Transportadoras e Operadores Logísticos é decorrente de falhas de procedimentos internos ou erros existentes em todo o fluxo de faturamento.

Ao processo de minimizar essas perdas chamamos de Garantia de Receita. O que a sua empresa está fazendo para minimizar as perdas de receita e garantir o correto faturamento?

Para combater a perda de receita, é fundamental mapear e entender o fluxo de faturamento desde o registro da coleta ou de qualquer outra atividade operacional ou administrativa até o efetivo recebimento do dinheiro relativo ao pagamento das faturas emitidas.

É possível que o fluxo de faturamento apresente algumas variações em função do sistema de faturamento adotado pela empresa e dos procedimentos particulares associados aos diferentes clientes.

A cada ponto de perda potencial identificado dever-se-á estabelecer um procedimento de controle com o intuito de garantir que não esteja havendo perda de receita.

E quais são os potenciais pontos de perda de receita?

Começaremos pelos ajustes em faturas e descontos concedidos a Clientes.  Quais os principais motivos para a revisão dos valores cobrados? Qual o procedimento existente para solicitar e autorizar os abatimentos? Existe algum tipo de análise para descontos acima de determinados valores?

Outro ponto importante está relacionado ao ressarcimento de danos causados aos Clientes, em função de extravios de mercadorias, furtos, avarias, etc. Qual o procedimento existente para a análise e aprovação dos valores envolvidos? Existem estatísticas confiáveis e estratificação dos principais motivos para as não-conformidades? Qual a abordagem aplicada na solução e prevenção dos principais problemas?

É também um potencial perda de receita os valores não cobrados por serviços diferenciados, diferentes daqueles contratados. Está claro para a sua empresa quais os serviços contratados pelos Clientes e aquilo que pode ser considerado um serviço especial e diferenciado e como (e quanto) isso deve ser cobrado?

Considera-se também perda de receita a não cobrança de taxas decorrentes das dificuldades causadas pelos Clientes na coleta e entrega de materiais, como é o caso da TDE – Taxa de Dificuldade de Entrega, taxas de agendamento, TDA – Taxa de Dificuldade de Acesso e TRT – Taxa de Restrição de Trânsito, esta última resultante das restrições impostas pelos governantes de diversos municípios brasileiros.

Por fim, podemos considerar perda de receita os juros não cobrados pelos extensivos prazos de pagamento praticados pelos Clientes, além daquilo combinado.

A adoção de diversos procedimentos de controle contribuirá para reduzir significativamente a perda de receita provocada por erros de procedimento e falhas de sistemas de monitoramento e alerta. Esses procedimentos deverão ser acompanhados de análises técnicas e complementados por estatísticas que comparem a receita estimada com a receita real.

Pode ter certeza que todo e qualquer esforço será recompensado, afinal, o potencial de recuperar “receitas perdidas” é muito maior do que podemos imaginar.

 Fonte: Tigerlog – Marco Antônio Neves
 

Curso Área Financeira

Quarta-feira, 1 de Setembro, 2010

Período: 15,16 e 17/09/2010
Descrição: Abrangendo conceitos e operações: Contas a Pagar, Contas Correntes, Faturamento, Contas a Receber/Cobrança e Intercâmbio Bancário.

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Curso Área Financeira

Sexta-feira, 9 de Julho, 2010

Período: 14,15 e 16/07/2010
Descrição: Abrangendo conceitos e operações: Contas a Pagar, Contas Correntes, Faturamento, Contas a Receber/Cobrança e Intercâmbio Bancário.

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Curso Área Financeira

Segunda-feira, 1 de Março, 2010

Período: 14,15 e 16/04/2010
Descrição: Abrangendo conceitos e operações: Contas a Pagar, Contas Correntes, Faturamento, Contas a Receber/Cobrança e Intercâmbio Bancário.

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Curso Área Financeiro

Domingo, 16 de Agosto, 2009

Período: 16,17 e 18/09/2009
Descrição: Abrangendo conceitos e operações: Contas a Pagar, Contas Correntes, Faturamento, Contas a Receber/Cobrança e Intercâmbio Bancário.

Inscrições encerradas.

Curso Área Financeiro

Domingo, 17 de Maio, 2009

Período: 17,18 e 19/06/2009
Descrição: Abrangendo conceitos e operações: Contas a Pagar, Contas Correntes, Faturamento, Contas a Receber/Cobrança e Intercâmbio Bancário.

Inscrições encerradas.

Curso Área Financeiro

Quarta-feira, 18 de Fevereiro, 2009

Período: 18,19 e 20/03/2009
Descrição: Abrangendo conceitos e operações: Contas a Pagar, Contas Correntes, Faturamento, Contas a Receber/Cobrança e Intercâmbio Bancário.

Inscrições encerradas.