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PAGAMENTO DO FRETE AO AUTÔNOMO – FIM DA

Terça-feira, 7 de Junho, 2011

A Agência Nacional de Transporte Terrestre trouxe à luz a Resolução n.o 3.658/11, que regulamentou o art. 5º A da Lei n.o 11.442/07, que trata da forma de pagamento do valor do frete ao motorista autônomo.

 

Tal Resolução prevê duas formas de pagamento, o crédito em conta de depósito mantida em instituição bancária; ou outros meios de pagamento eletrônico habilitados pela ANTT.

 

Em que pese a questionável legalidade, assim que a resolução passar a produzir efeitos o pagamento do frete ao motorista autônomo e a empresa com até três veículos de carga cadastrados na ANTT, só poderá ser feito na forma do parágrafo anterior.

 

Os meios de pagamento eletrônico do frete serão disponibilizados por empresas que serão cadastradas pela ANTT.

 

Outra novidade trazida pela Resolução n.o 3.658/11 é que o contratante do serviço de transporte através de motorista autônomo ou empresa de transporte com até três veículos de carga, deverá cadastrar todas as operações de transporte por meio de uma das empresas cadastradas na ANTT.

 

Estas empresas fornecerão um Código Identificador da Operação de Transporte, cujo número deverá ser informado no documento fiscal que acompanha o transporte, ou seja, em regra, o conhecimento de transporte. Assim, todos os serviços de transportes que envolver autônomo ou seu equiparado deverá ser informado a uma das empresas cadastradas pela ANTT, escolhida pelo contratante do serviço.

 

O pagamento do frete deverá ser feito imediatamente após a entrega da mercadoria no destinatário, salvo se pactuado em contrato outra data. O não pagamento do frete pelo contratante permite ao motorista autônomo ou seu equiparado (empresa com até três veículos de carga cadastrados na ANTT), cobrá-lo do dono da carga ou do consignatário, sendo que este é definido pela Resolução como aquele que receber as mercadorias transportadas e que constar no documento fiscal e/ou for o indicado no cadastramento da operação de transporte.

 

A empresa contratante do frete que optar por pagar o mesmo por meio eletrônico, poderá fazer créditos também de vale-pedágio, combustível e demais despesas. Porém, é importante registrar que o motorista autônomo deve ter autonomia na gestão do seu veículo, principalmente no que tange à manutenção e abastecimento do mesmo, para não trazer problemas trabalhistas ao contratante.

 

Por fim, é importante registrar que até o momento no sítio da ANTT não consta nenhuma empresa cadastrada, mas em breve as mesmas deverão aparecer e poderemos analisar a praticidade do sistema, pois nos causa preocupação o impacto da exigência de se cadastrar todas as operações de transporte e a agilidade do mundo dos negócios logísticos.

 

Fonte: Jurídico SETCESP

A Perda de Receita. Você tem idéia de quanto perde?

Segunda-feira, 30 de Maio, 2011

 

Você tem idéia da perda de receita decorrente de fraudes de Clientes ou falhas internas no seu processo de faturamento?Infelizmente não existem dados confiáveis a respeito desse tema, mas seguramente existem valores substanciais a serem recuperados pela sua empresa. Particularmente, estimo algo entre 10% a 20% da receita atual das Transportadoras e Operadores Logísticos. Portanto, se a sua empresa tem uma receita mensal de R$ 5 milhões, poderia estar faturando R$ 5,5 a R$ 6,0 milhões.

O problema é grave, e em função disso muitas Transportadoras e Operadores Logísticos já remuneram as comissões de seus Executivos de Vendas e vendedores pelos valores líquidos recebidos e não pelo faturamento,

Fraudes de Clientes normalmente estão relacionadas à informação incorreta de pesos e volumes destinados a entrega. A utilização das esteiras cubadoras por várias transportadoras de cargas fracionadas têm se transformado em um grande “tormento” para diversos Embarcadores mal intencionados. Clientes também atrasam pagamentos, aplicam multas financeiras relacionadas ao desempenho “contratado”, deixam de recolher taxas acessórias (generalidades) e praticam descontos de faturas de forma unilateral. Você tem controle sobre isso?

Porém, uma parcela representativa das perdas de receitas em Transportadoras e Operadores Logísticos é decorrente de falhas de procedimentos internos ou erros existentes em todo o fluxo de faturamento.

Ao processo de minimizar essas perdas chamamos de Garantia de Receita. O que a sua empresa está fazendo para minimizar as perdas de receita e garantir o correto faturamento?

Para combater a perda de receita, é fundamental mapear e entender o fluxo de faturamento desde o registro da coleta ou de qualquer outra atividade operacional ou administrativa até o efetivo recebimento do dinheiro relativo ao pagamento das faturas emitidas.

É possível que o fluxo de faturamento apresente algumas variações em função do sistema de faturamento adotado pela empresa e dos procedimentos particulares associados aos diferentes clientes.

A cada ponto de perda potencial identificado dever-se-á estabelecer um procedimento de controle com o intuito de garantir que não esteja havendo perda de receita.

E quais são os potenciais pontos de perda de receita?

Começaremos pelos ajustes em faturas e descontos concedidos a Clientes.  Quais os principais motivos para a revisão dos valores cobrados? Qual o procedimento existente para solicitar e autorizar os abatimentos? Existe algum tipo de análise para descontos acima de determinados valores?

Outro ponto importante está relacionado ao ressarcimento de danos causados aos Clientes, em função de extravios de mercadorias, furtos, avarias, etc. Qual o procedimento existente para a análise e aprovação dos valores envolvidos? Existem estatísticas confiáveis e estratificação dos principais motivos para as não-conformidades? Qual a abordagem aplicada na solução e prevenção dos principais problemas?

É também um potencial perda de receita os valores não cobrados por serviços diferenciados, diferentes daqueles contratados. Está claro para a sua empresa quais os serviços contratados pelos Clientes e aquilo que pode ser considerado um serviço especial e diferenciado e como (e quanto) isso deve ser cobrado?

Considera-se também perda de receita a não cobrança de taxas decorrentes das dificuldades causadas pelos Clientes na coleta e entrega de materiais, como é o caso da TDE – Taxa de Dificuldade de Entrega, taxas de agendamento, TDA – Taxa de Dificuldade de Acesso e TRT – Taxa de Restrição de Trânsito, esta última resultante das restrições impostas pelos governantes de diversos municípios brasileiros.

Por fim, podemos considerar perda de receita os juros não cobrados pelos extensivos prazos de pagamento praticados pelos Clientes, além daquilo combinado.

A adoção de diversos procedimentos de controle contribuirá para reduzir significativamente a perda de receita provocada por erros de procedimento e falhas de sistemas de monitoramento e alerta. Esses procedimentos deverão ser acompanhados de análises técnicas e complementados por estatísticas que comparem a receita estimada com a receita real.

Pode ter certeza que todo e qualquer esforço será recompensado, afinal, o potencial de recuperar “receitas perdidas” é muito maior do que podemos imaginar.

 Fonte: Tigerlog – Marco Antônio Neves
 

Empresas de logística e a busca pelo melhor ERP

Terça-feira, 24 de Maio, 2011

O mundo tecnológico não está mais restrito às grandes corporações com verbas tentadoras. Se alguém, há alguns anos, (…)

O mundo tecnológico não está mais restrito às grandes corporações com verbas tentadoras. Se alguém, há alguns anos, falasse na implementação de sistemas de ERP (Enterprise Resource Planning) em empresas de pequeno e médio porte, seria taxado de insano. No entanto, o tempo mudou e a evolução tecnológica é um caminho sem volta.

Nesse cenário, as empresas do segmento de Logística e empresas onde a área de Logística é diferencial estratégico passaram a buscar soluções para se profissionalizarem e enfrentarem a concorrência de um mercado cada vez mais voraz e competitivo.

Embora algumas ainda insistam em ter controles e sistemas arcaicos, principalmente por conta das verbas nada tentadoras, outras buscam constantemente o apoio de consultorias e empresas que foram criadas para ajudar esse público a se desenvolver.

Não é à toa que gigantes da tecnologia passaram a ficar de olho nas empresas. Afinal, uma empresa dessa bem gerida e preparada para enfrentar a concorrência pode passar rapidamente para outro patamar com melhores resultados e controles. E, assim, todos sempre vão ganhar com esse círculo.

No meio desse novo comportamento, o ERP passou a ocupar um lugar de destaque nas corporações, normalmente puxados pela área de Logística, lembrando que essa área costuma viabilizar economicamente os investimentos em ERPs, por se tratar de um sistema amplo de soluções e informações que facilita a integração dos departamentos da empresa e meio externo, tornando-se essencial para a gestão e otimização dos processos, além de otimizar processos de planejamento e fluxo de materiais.

A busca por soluções eficientes cresceu, embora sem o completo entendimento dessa sigla. Afinal, investir em ERP garante que minha empresa vai disparar na liderança entre as outras companhias? Por que demora tanto? Por que o custo é alto? Como compro uma solução adequada para meu negócio? Mas como decidir pelo melhor sistema de ERP e garantir uma implantação sem problemas no futuro?

Para adquirir essa ferramenta, é fundamental saber escolher o software mais indicado para a empresa. Para facilitar, confira 10 dicas para auxiliar na seleção do melhor sistema ERP para empresas de logística médio porte:

1.    Defina previamente as necessidades, focos e prioridades da empresa, além de identificar o real objetivo de implantar o novo sistema;

2.    Envolva os principais usuários que serão os responsáveis pela implantação desde o início do processo, participando inclusive da escolha do sistema;

3.    Compare os sistemas em bases homogêneas, priorizando processos mais importantes para a empresa, não apenas os que atualmente requerem melhorias;

4.    A definição deve ser feita por comitê com autonomia de decisão, tendo representação das diversas áreas da organização; se for necessário, inclua um diretor e colaborador da área de compras para negociação;

5.    Verifique a capacitação e experiência de implantação do parceiro, comprometimento que terá com o projeto e o nível de conhecimento dos consultores que estarão participando da implantação;

6.    Antes da definição final, procure visitar clientes que usem o sistema de preferência, que tenham o mesmo porte e mercado para conhecer as experiências de implantação, dificuldades de configurações etc. Inclua também a referência prática da dimensão dos recursos de infra-estrutura, assim será possível coletar sugestões e reduzir riscos na implantação;

7.    Mantenha a visão holística e plana, verificando o atendimento dos processos da empresa de forma integrada;

8.    Avalie a tecnologia aplicada no sistema verificando a atualização, se está dentro das tendências e se há pessoal capacitado disponível;

9.    Avalie o sistema por pontuação em critérios previamente definidos e ponderados conforme a necessidade da empresa, a pontuação deve ser definida pelo comitê;

10.    A avaliação dos valores financeiros deve incluir o valor de compra das licenças, custo de manutenção para no mínimo três anos, custo da implantação, de mão de obra extra ou pós-implantação, além de verificar como será a cobrança de viagens e estadias dos consultores.

A escolha do sistema impacta de forma direta a empresa, portanto, a maturidade e estabilidade do sistema devem ser fortemente consideradas. Tenha em mente que se trata de uma escolha para mais de uma década, é importante que a visão seja global, uma vez que é alto o risco de tomar uma decisão com pouca base ou com informações superficiais.

Não basta apenas contratar uma empresa especializada em ERP, principalmente quando falamos de médias corporações, que muitas vezes não têm um departamento específico para encontrar as melhores soluções.

Por isso, hoje existem metodologias no mercado que estudam e verificam qual é o melhor sistema de ERP para ser implementado nas empresas. O objetivo é facilitar a vida e otimizar custos dos empresários que buscam soluções para organizar processos e recursos internos.

Isso passa a ser uma tranquilidade para as empresas, que vão contar com profissionais da área de TI qualificados, responsáveis por realizar um estudo interno e identificar qual o sistema mais adequado para o cliente, a partir das necessidades, requisitos individuais e estratégia das empresas, reduzindo o risco e melhorando o nível de qualidade do projeto.

Justamente por conta dessa equipe especializada, todo o processo acontece de forma prática e em tempo reduzido, com resultados pautados pela eficiência. Mesmo porque boas ferramentas podem gerar insucesso se não forem escolhidas corretamente e contarem com uma boa gestão e implementação.

Hoje, no mercado, saber escolher o melhor ERP para cada negócio pode significar um salto no desenvolvimento das empresas.

Edgar Marçon – Especialista em implantação e melhoria de processos operacionais e diretor da PLK Consulting

Plimor supera metas no transporte de cargas em 2010

Quinta-feira, 14 de Abril, 2011

A Plimor, transportadora gaúcha especializada no segmento de cargas fracionadas, fechou 2010 com faturamento 30,93% acima de 2009. “Foi um ano de muito trabalho, mas superamos a meta projetada pela empresa que era de 21,45%”, comemora o diretor, Julhiano Bortoncello (foto).

Em relação ao volume de despachos realizados, em 2010 a empresa contabilizou um incremento de 15%. “Nosso planejamento era ousado principalmente em termos de faturamento, já que havíamos estabelecimento uma meta acima do que era projetado para o PIB do país. Crescemos ampliando nosso marketshare e isso se verificou principalmente em São Paulo”, complementa Bortoncello.

No último trimestre do ano, devido ao fortalecimento do comércio eletrônico observado principalmente durante as compras para o Natal, a empresa registrou recorde nas movimentações. O pico de despachos foi observado em novembro, mês que superou em 21% a média mensal de 2010. Em comparação à média mensal registrada em 2009, este indicador foi ainda mais significativo, chegando a 40%.

Os resultados colhidos pela Plimor no ano passado tiveram grande contribuição das operações realizadas em São Paulo. As unidades de Guarulhos e de Campinas registraram ampliação no faturamento de 56,5% e de 43% respectivamente.

Bortoncello acrescenta que a transportadora também colheu bons resultados graças à ampliação na carteira de clientes, observada em todos os estados onde atua, mas especialmente em São Paulo, e com destaque no segmento de e-commerce.

Já Metrioni de Borba, gerente geral de Logística da Plimor, explica que o aumento na movimentação no final de ano é normal no setor de transportes. Entretanto, em 2010, houve uma mudança no perfil do cenário em função do comércio eletrônico. “Nem as próprias empresas com e-commerce esperavam isso, pois as previsões de embarque enviadas por elas antes deste período ficaram bem abaixo do que foi verificado. Isto provocou uma sobrecarga em todo o setor de transportes”, informa.

Para alcançar bons resultados, a empresa realizou não apenas investimentos na estrutura, com a implantação do plano de automatização dos terminais e ampliação no número de unidades, como também reforçou áreas e operações consideradas estratégicas.

Para o reforço na logística das operações, a transportadora criou linhas extras e, como medida preventiva, destacou veículos volantes para atendimento de fluxo excedente que não tivesse sido previamente programado pelos clientes. Outra ação foi a ampliação da frota efetiva da Plimor em cerca de 20%, representando aproximadamente 60 veículos, com a agregação de terceiros.

Fonte: Portal Logweb

SOFtran Estará na Transpo-Sul 2011

Quinta-feira, 7 de Abril, 2011

De 13 a 15 de Julho, no Centro de Eventos FIERGS, em Porto Alegre/RS, a SOFtran Informática do Transporte estará expondo aos visitantes seus produtos e serviços que são direcionados de forma específica ao setor de transporte e logística.

 A Feira tornou-se, em sua 13ª edição, um dos principais eventos do segmento e que representa a força do transporte sul Brasileiro.

 Questões relacionadas ao CT-e e ao SPED (Sistema Público de Escrituração Digital), estarão sendo discutidas durante a feira, além de muitos outros recursos disponibilizados pelas soluções SOFtran e que se tornam uma importante aliada dos gestores.

Prestigie o evento, mantenha-se atualizado, faça contatos e gere negócios! Mais informações acesse WWW.transposul.com

Curso CTB

Terça-feira, 2 de Novembro, 2010

Período: 25 e 26/11/2010
Descrição: Abrangendo conceitos e operações de Contabilidade, Escrita Fiscal e Patrimônio.

Inscreva-se

Curso CTB

Quarta-feira, 1 de Setembro, 2010

Período: 09 e 10/09/2010
Descrição: Abrangendo conceitos e operações de Contabilidade, Escrita Fiscal e Patrimônio.

Inscreva-se

Conciliação de Lançamentos Contábeis

Quarta-feira, 21 de Julho, 2010

Através desta rotina, é possível realizar uma varredura dos lançamentos contábeis, comparando e apontando possíveis irregularidades, diminuindo o tempo utilizado para identificação de diferenças, proporcionando maior agilidade e acuracidade dos valores contabilizados a partir de sua origem.

Mais informações pelo fone: (47) 3145-5555.

Panex Opta pela SOFtran!

Terça-feira, 27 de Abril, 2010

Após período de negociações, a Rodoviário Bedin Ltda (Transportadora Panex) selecionou a SOFtran para ser a nova fornecedora de seus sistemas de gestão.

Com Matriz localizada em Caxias do Sul/RS a empresa possui filiais em Porto Alegre, Joinville, Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

A Panex conta com uma frota de aproximadamente 450 veículos entre próprios e terceiros e possui cerca de 700 colaboradores. 

O projeto prevê a implantação dos módulos TCtran/GeFIN/FROTAum/Materiais/CTB/CRM/Móbile/PortalWEB/ SPED/Útil/BI.

Modular Adquiri Mais um Módulo SOFtran

Terça-feira, 16 de Fevereiro, 2010

  Atender questões legais, agilizar e modernizar o processo contábil e fiscal, são os objetivos da Modular Transportes de Canoas/RS com a implantação do módulo SPED

  Cliente desde 2003, a Modular atende os Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro.

  Além do SPED utiliza também os módulos FIN/IBC/ CTB/CMP/ALM/OFI/PNS/TRA/CFR/STrelat.