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Trans Iguaçu premiada pela Kraft Foods Brasil

Terça-feira, 18 de Outubro, 2011

A empresa curitibana Trans Iguaçu acaba de receber o Prêmio Pascoal (Coelhão), concedido pela Kraft Foods Brasil, como empresa de melhor desempenho na entrega dos Ovos de Páscoa. Participam da disputa cinco grandes transportadoras brasileiras, responsáveis pela logística de distribuição de ovos em todo país. A Trans Iguaçu, que faz a entrega de chocolates na Grande São Paulo, alcançou índice de 99,6% no critério performance, que analisa a eficiência do serviço de entrega nos quesitos dia, horário estabelecido, faltas e avarias.

O prêmio foi comemorado com entusiasmo na empresa, já que até 2010 a Kraft premiava uma transportadora por região e neste ano a premiação passou a ser nacional. “É a confirmação da excelência do trabalho prestado há nove anos pela Trans Iguaçu à Kraft Foods Brasil, que é a maior empresa de doces do mundo”, destacou o sócio-gerente Douber Cardoso. Ele explica que a empresa paranaense forneceu aos seus colaboradores um treinamento específico para atender ás necessidades da Kraft.

Quem encontra no supermercado gôndolas cobertas de Ovos de Páscoa não tem idéia da logística necessária por detrás da distribuição. “Os ovos têm dia e horário para entrega, o que requer um planejamento impecável e principalmente a dedicação dos nossos colaboradores”, enfatizou Cardoso.

Para fazer a entrega de Ovos de Páscoa em mais de 350 lojas da grande São Paulo, sem extrapolar os prazos previstos e mantendo a integridade dos produtos, a transportadora curitibana enfrentou obstáculos como rodízio de placas e a restrição de horários vigente na maior cidade da América Latina. Foram utilizados 30 caminhões refrigerados dedicados, em uma operação que durou 28 dias, envolvendo aproximadamente 80 profissionais da empresa.

Para celebrar mais este prêmio recebido pela Trans Iguaçu, a empresa realiza um jantar para colaboradores e convidados, que acontece no próximo dia 19, no restaurante Mezza Notte. Na oportunidade será feito um brinde em comemoração ao prêmio conquistado, além de presenteados os colaboradores que mais se destacaram na operação.

Sobre a Trans Iguaçu
Fundada em 1967, a Trans Iguaçu presta serviços de transporte rodoviário de cargas em todo país e destaca-se pela excelência de seus serviços. A empresa já recebeu inúmeros prêmios por garantir novas soluções, agilidade e exclusividade no atendimento. Atualmente instalada na Cidade Industrial de Curitiba, a transportadora conta com nove filiais instaladas em cidades estratégicas, sendo uma em Assunção, no Paraguai, além de uma equipe de 420 colaboradores e uma frota de 220 veículos.

 

Fonte: Trans-Iguaçu

A Perda de Receita. Você tem idéia de quanto perde?

Segunda-feira, 30 de Maio, 2011

 

Você tem idéia da perda de receita decorrente de fraudes de Clientes ou falhas internas no seu processo de faturamento?Infelizmente não existem dados confiáveis a respeito desse tema, mas seguramente existem valores substanciais a serem recuperados pela sua empresa. Particularmente, estimo algo entre 10% a 20% da receita atual das Transportadoras e Operadores Logísticos. Portanto, se a sua empresa tem uma receita mensal de R$ 5 milhões, poderia estar faturando R$ 5,5 a R$ 6,0 milhões.

O problema é grave, e em função disso muitas Transportadoras e Operadores Logísticos já remuneram as comissões de seus Executivos de Vendas e vendedores pelos valores líquidos recebidos e não pelo faturamento,

Fraudes de Clientes normalmente estão relacionadas à informação incorreta de pesos e volumes destinados a entrega. A utilização das esteiras cubadoras por várias transportadoras de cargas fracionadas têm se transformado em um grande “tormento” para diversos Embarcadores mal intencionados. Clientes também atrasam pagamentos, aplicam multas financeiras relacionadas ao desempenho “contratado”, deixam de recolher taxas acessórias (generalidades) e praticam descontos de faturas de forma unilateral. Você tem controle sobre isso?

Porém, uma parcela representativa das perdas de receitas em Transportadoras e Operadores Logísticos é decorrente de falhas de procedimentos internos ou erros existentes em todo o fluxo de faturamento.

Ao processo de minimizar essas perdas chamamos de Garantia de Receita. O que a sua empresa está fazendo para minimizar as perdas de receita e garantir o correto faturamento?

Para combater a perda de receita, é fundamental mapear e entender o fluxo de faturamento desde o registro da coleta ou de qualquer outra atividade operacional ou administrativa até o efetivo recebimento do dinheiro relativo ao pagamento das faturas emitidas.

É possível que o fluxo de faturamento apresente algumas variações em função do sistema de faturamento adotado pela empresa e dos procedimentos particulares associados aos diferentes clientes.

A cada ponto de perda potencial identificado dever-se-á estabelecer um procedimento de controle com o intuito de garantir que não esteja havendo perda de receita.

E quais são os potenciais pontos de perda de receita?

Começaremos pelos ajustes em faturas e descontos concedidos a Clientes.  Quais os principais motivos para a revisão dos valores cobrados? Qual o procedimento existente para solicitar e autorizar os abatimentos? Existe algum tipo de análise para descontos acima de determinados valores?

Outro ponto importante está relacionado ao ressarcimento de danos causados aos Clientes, em função de extravios de mercadorias, furtos, avarias, etc. Qual o procedimento existente para a análise e aprovação dos valores envolvidos? Existem estatísticas confiáveis e estratificação dos principais motivos para as não-conformidades? Qual a abordagem aplicada na solução e prevenção dos principais problemas?

É também um potencial perda de receita os valores não cobrados por serviços diferenciados, diferentes daqueles contratados. Está claro para a sua empresa quais os serviços contratados pelos Clientes e aquilo que pode ser considerado um serviço especial e diferenciado e como (e quanto) isso deve ser cobrado?

Considera-se também perda de receita a não cobrança de taxas decorrentes das dificuldades causadas pelos Clientes na coleta e entrega de materiais, como é o caso da TDE – Taxa de Dificuldade de Entrega, taxas de agendamento, TDA – Taxa de Dificuldade de Acesso e TRT – Taxa de Restrição de Trânsito, esta última resultante das restrições impostas pelos governantes de diversos municípios brasileiros.

Por fim, podemos considerar perda de receita os juros não cobrados pelos extensivos prazos de pagamento praticados pelos Clientes, além daquilo combinado.

A adoção de diversos procedimentos de controle contribuirá para reduzir significativamente a perda de receita provocada por erros de procedimento e falhas de sistemas de monitoramento e alerta. Esses procedimentos deverão ser acompanhados de análises técnicas e complementados por estatísticas que comparem a receita estimada com a receita real.

Pode ter certeza que todo e qualquer esforço será recompensado, afinal, o potencial de recuperar “receitas perdidas” é muito maior do que podemos imaginar.

 Fonte: Tigerlog – Marco Antônio Neves
 

Empresas de logística e a busca pelo melhor ERP

Terça-feira, 24 de Maio, 2011

O mundo tecnológico não está mais restrito às grandes corporações com verbas tentadoras. Se alguém, há alguns anos, (…)

O mundo tecnológico não está mais restrito às grandes corporações com verbas tentadoras. Se alguém, há alguns anos, falasse na implementação de sistemas de ERP (Enterprise Resource Planning) em empresas de pequeno e médio porte, seria taxado de insano. No entanto, o tempo mudou e a evolução tecnológica é um caminho sem volta.

Nesse cenário, as empresas do segmento de Logística e empresas onde a área de Logística é diferencial estratégico passaram a buscar soluções para se profissionalizarem e enfrentarem a concorrência de um mercado cada vez mais voraz e competitivo.

Embora algumas ainda insistam em ter controles e sistemas arcaicos, principalmente por conta das verbas nada tentadoras, outras buscam constantemente o apoio de consultorias e empresas que foram criadas para ajudar esse público a se desenvolver.

Não é à toa que gigantes da tecnologia passaram a ficar de olho nas empresas. Afinal, uma empresa dessa bem gerida e preparada para enfrentar a concorrência pode passar rapidamente para outro patamar com melhores resultados e controles. E, assim, todos sempre vão ganhar com esse círculo.

No meio desse novo comportamento, o ERP passou a ocupar um lugar de destaque nas corporações, normalmente puxados pela área de Logística, lembrando que essa área costuma viabilizar economicamente os investimentos em ERPs, por se tratar de um sistema amplo de soluções e informações que facilita a integração dos departamentos da empresa e meio externo, tornando-se essencial para a gestão e otimização dos processos, além de otimizar processos de planejamento e fluxo de materiais.

A busca por soluções eficientes cresceu, embora sem o completo entendimento dessa sigla. Afinal, investir em ERP garante que minha empresa vai disparar na liderança entre as outras companhias? Por que demora tanto? Por que o custo é alto? Como compro uma solução adequada para meu negócio? Mas como decidir pelo melhor sistema de ERP e garantir uma implantação sem problemas no futuro?

Para adquirir essa ferramenta, é fundamental saber escolher o software mais indicado para a empresa. Para facilitar, confira 10 dicas para auxiliar na seleção do melhor sistema ERP para empresas de logística médio porte:

1.    Defina previamente as necessidades, focos e prioridades da empresa, além de identificar o real objetivo de implantar o novo sistema;

2.    Envolva os principais usuários que serão os responsáveis pela implantação desde o início do processo, participando inclusive da escolha do sistema;

3.    Compare os sistemas em bases homogêneas, priorizando processos mais importantes para a empresa, não apenas os que atualmente requerem melhorias;

4.    A definição deve ser feita por comitê com autonomia de decisão, tendo representação das diversas áreas da organização; se for necessário, inclua um diretor e colaborador da área de compras para negociação;

5.    Verifique a capacitação e experiência de implantação do parceiro, comprometimento que terá com o projeto e o nível de conhecimento dos consultores que estarão participando da implantação;

6.    Antes da definição final, procure visitar clientes que usem o sistema de preferência, que tenham o mesmo porte e mercado para conhecer as experiências de implantação, dificuldades de configurações etc. Inclua também a referência prática da dimensão dos recursos de infra-estrutura, assim será possível coletar sugestões e reduzir riscos na implantação;

7.    Mantenha a visão holística e plana, verificando o atendimento dos processos da empresa de forma integrada;

8.    Avalie a tecnologia aplicada no sistema verificando a atualização, se está dentro das tendências e se há pessoal capacitado disponível;

9.    Avalie o sistema por pontuação em critérios previamente definidos e ponderados conforme a necessidade da empresa, a pontuação deve ser definida pelo comitê;

10.    A avaliação dos valores financeiros deve incluir o valor de compra das licenças, custo de manutenção para no mínimo três anos, custo da implantação, de mão de obra extra ou pós-implantação, além de verificar como será a cobrança de viagens e estadias dos consultores.

A escolha do sistema impacta de forma direta a empresa, portanto, a maturidade e estabilidade do sistema devem ser fortemente consideradas. Tenha em mente que se trata de uma escolha para mais de uma década, é importante que a visão seja global, uma vez que é alto o risco de tomar uma decisão com pouca base ou com informações superficiais.

Não basta apenas contratar uma empresa especializada em ERP, principalmente quando falamos de médias corporações, que muitas vezes não têm um departamento específico para encontrar as melhores soluções.

Por isso, hoje existem metodologias no mercado que estudam e verificam qual é o melhor sistema de ERP para ser implementado nas empresas. O objetivo é facilitar a vida e otimizar custos dos empresários que buscam soluções para organizar processos e recursos internos.

Isso passa a ser uma tranquilidade para as empresas, que vão contar com profissionais da área de TI qualificados, responsáveis por realizar um estudo interno e identificar qual o sistema mais adequado para o cliente, a partir das necessidades, requisitos individuais e estratégia das empresas, reduzindo o risco e melhorando o nível de qualidade do projeto.

Justamente por conta dessa equipe especializada, todo o processo acontece de forma prática e em tempo reduzido, com resultados pautados pela eficiência. Mesmo porque boas ferramentas podem gerar insucesso se não forem escolhidas corretamente e contarem com uma boa gestão e implementação.

Hoje, no mercado, saber escolher o melhor ERP para cada negócio pode significar um salto no desenvolvimento das empresas.

Edgar Marçon – Especialista em implantação e melhoria de processos operacionais e diretor da PLK Consulting

A qualificação da logística

Terça-feira, 12 de Abril, 2011

A logística desempenha um importante papel nos processos da cadeia produtiva. E, dada a nova realidade empresarial imposta principalmente pelo comércio internacional, os processos logísticos estão cada vez mais complexos e estratégicos. Um cenário que exige planejamentos sofisticados, desenvolvidos a partir das necessidades de cada cliente, e bases de alta tecnologia aliadas à mão de obra especializada.

Um plano logístico bem estruturado e desenvolvido de forma eficiente em todas as suas etapas é capaz de solucionar problemas de armazenagem, transporte, distribuição, localização, disponibilidade de meios e até mesmo questões fiscais. Fatores de grande impacto na competitividade das empresas, independente do setor de atuação.

O frete responde por até dois terços do custo logístico. Por isso, é evidente que esta seja uma das maiores preocupações. Entretanto, é importante lembrar que a melhor rota não é necessariamente o menor trajeto. Aspectos como agilidade no deslocamento, riscos de perdas durante o transporte, segurança e desgaste da frota, por exemplo, devem ser considerados para determinar na prática as melhores alternativas.

Nesse sentido, os operadores logísticos não podem mais ser vistos como simples transportadores. Principalmente no Brasil, em que há sérios gargalos na infraestrutura, a movimentação de cargas e produtos requer soluções diversificadas. No entanto, cabe também aos próprios operadores consolidarem sua imagem e importância estratégica junto ao mercado.

O nível de exigência do mercado é crescente a cada dia, demandando operadores extremamente profissionais e especializados. Ou seja, empresas capazes de absorver o maior número possível de transações com eficiência e qualidade. Por isso, é necessário se posicionar em relação aos serviços prestados, investir em gestão e metas a longo prazo.

O setor logístico vive um momento de oportunidades e lucros, mas igualmente de grandes desafios e será preciso qualificação para superá-los.

Fonte: Weblog – Antonio Wrobleski Filho – Presidente do ILOG – Instituto Logweb de Logística e Supply Chain e da AWRO Associados Logística.

Governo prorroga benefício para setor

Terça-feira, 12 de Abril, 2011

Os empresários que optarem pela compra de caminhões ou ônibus terão um tempo a mais para se beneficiar do PSI (Programa de Sustentação do Investimento), que facilita o financiamento desses veículos. Administrado pelo BNDES, o programa foi prorrogado de 31 de março para 31 de dezembro deste ano.
         O banco disponibiliza aos compradores o montante de R$ 75 bilhões. Nessa nova fase, o programa traz uma novidade para o setor de transportes: o financiamento de ônibus elétricos e híbridos à taxa de 5% ao ano, aplicando a mesma taxa de juros à aquisição de partes, componentes e serviços tecnológicos e aos bens de tecnologia da informação e comunicação com tecnologia nacional.
         Para ônibus convencionais e caminhões, os juros subirão de 8% para 10%. Já na aquisição de caminhões por autônomos, dentro do programa Procaminhoneiro, as taxas passarão de 4,5% para 7% ao ano.
         Na fase seguinte a ser iniciada em 1º de abril, o banco vai reduzir sua participação nos financiamentos, com teto de 90% para micro e pequenas empresas e redução do limite atual de 80% para 70% para grandes empresas. E terá um empréstimo de R$ 55 bilhões do Tesouro para reforçar o caixa.
         De acordo com o BNDES, esta é a terceira prorrogação do PSI, lançado em 2009 como parte das políticas anticíclicas do governo federal para o combate aos efeitos da crise financeira internacional sobre a economia brasileira. Com uma carteira de financiamentos de R$ 130,2 bilhões, o programa liberou até agora R$ 95,6 bilhões.

Fonte: Site Coopercarga em 17/03/2011

Panex Opta pela SOFtran!

Terça-feira, 27 de Abril, 2010

Após período de negociações, a Rodoviário Bedin Ltda (Transportadora Panex) selecionou a SOFtran para ser a nova fornecedora de seus sistemas de gestão.

Com Matriz localizada em Caxias do Sul/RS a empresa possui filiais em Porto Alegre, Joinville, Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

A Panex conta com uma frota de aproximadamente 450 veículos entre próprios e terceiros e possui cerca de 700 colaboradores. 

O projeto prevê a implantação dos módulos TCtran/GeFIN/FROTAum/Materiais/CTB/CRM/Móbile/PortalWEB/ SPED/Útil/BI.

Jaraguá Cargo Assina Contrato com a SOFtran

Terça-feira, 27 de Abril, 2010

Com o objetivo de melhorar o gerenciamento de suas atividades, a Transportadora Jaraguá Cargo Ltda adquiri sistemas e passa a fazer parte da carteira de clientes da SOFtran!

A empresa possui Matriz localizada em Jaraguá do Sul/SC e conta com pontos de apoio nos municípios de Itajaí, São Paulo e Campinas.

Inicialmente serão implantados os módulos TCtran, GeFIN, Útil, FROTAum e Materiais.

Curso Área de Materiais

Quinta-feira, 1 de Abril, 2010

Período: 13 e 14/05/2010
Descrição: Abrangendo conceitos e operações dos módulos: Almoxarifado e Compras.

Inscreva-se

Modular Adquiri Mais um Módulo SOFtran

Terça-feira, 16 de Fevereiro, 2010

  Atender questões legais, agilizar e modernizar o processo contábil e fiscal, são os objetivos da Modular Transportes de Canoas/RS com a implantação do módulo SPED

  Cliente desde 2003, a Modular atende os Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro.

  Além do SPED utiliza também os módulos FIN/IBC/ CTB/CMP/ALM/OFI/PNS/TRA/CFR/STrelat.

Fabricante de caminhões prevê alta de 10% em 2010

Segunda-feira, 4 de Janeiro, 2010

O mercado de caminhões deverá se expandir mais de 10% em 2010, segundo projeções das montadoras instaladas no País. Uma das bases será o programa de incentivo do governo, que ajudou a impulsionar as vendas a partir do segundo semestre de 2009.

De acordo com projeções da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), no próximo ano, as vendas internas de caminhões devem ficar acima de 120 mil unidades. O volume é próximo ao obtido em 2008, ano em que foram licenciados quase 118 mil caminhões (se se contarem apenas os nacionais).

Segundo o presidente da MAN Latin America, que produz os caminhões e ônibus da Volkswagen, Roberto Cortes, em 2010 o mercado deverá recuperar o volume de 2008. “Hoje, já estamos operando em níveis pré-crise”, disse o executivo, lembrando que a queda em meses como dezembro do ano passado e janeiro deste ano foi de aproximadamente 50%. Para o fechamento de 2009, a melhora mensal dos fabricantes de caminhões, principalmente a partir do segundo semestre, garantirá uma retração menor do que a aguardada pelo mercado. A projeção é de que as montadoras de caminhões finalizem este ano com queda de 10% na comparação com o ano passado.

As medidas do governo federal foram fundamentais para a recuperação setor, diz o presidente da MAN Latin America. Segundo ele, as conversas com o governo estão sendo mantidas, assim como a monitoração do setor. No fim de novembro foi anunciada a isenção do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) para a venda de caminhões até o fim de junho de 2010.

“Se continuarem a retomada da economia e os incentivos do governo, essa trajetória do setor continuará e há chances de que em 2010 se recuperem os níveis obtidos em 2008″, disse Cortes. O mesmo otimismo é revelado pela fabricante Iveco. “A redução do IPI e redução das taxas do Finame e Procaminhoneiro colaboraram com a retomada das vendas de caminhões. Só para dar uma ideia do quanto essas medidas afetaram positivamente, hoje 80% das vendas da Iveco são feitas via financiamento” , disse o vice-presidente comercial e institucional da Iveco para a América Latina, Antônio Dadalti.

Enfatizando a importância das medidas do governo brasileiro, o vice-presidente comercial da Iveco lembra que é importante, além da isenção do IPI, a manutenção das atuais taxas do Finame. “O retorno do imposto diminui em cerca de 5% o preço dos produtos, e as novas taxas de Finame que atualmente trabalham com juro anual de 7% voltariam aos 13%. Um valor alto que desmotiva a compra dos produtos pelas empresas e por autônomos”, explicou o executivo.

Exportações

No acumulado do ano até o fim de novembro, as vendas de caminhões registravam baixa de 14,9% na comparação com as do mesmo período de 2008. Em relação às exportações, na mesma comparação, até o fim de novembro, queda foi de mais de 70%.

Fonte: www.intelog.net