Curso Financeiro 10 e 11/12/2014

26 de Junho, 2014

Dias 10 e 11/12/2014

Abrangendo conceitos e operações: Contas a Pagar, Contas Correntes, Faturamento, Contas a Receber/Cobrança e Intercâmbio Bancário.

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Curso Frota

17 de Junho, 2014

Dias 26 e 27/06/2014

Abrangendo conceitos e operação dos módulos: Custo da Frota, Tráfego, Pneus e Oficina.

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Mantega anuncia que desoneração da folha será permanente

12 de Junho, 2014

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, confirmou nesta terça-feira (27), após reunião de industriais com a presidente Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto, que os setores da economia já incluídos com o processo de desoneração da folha de pagamentos, que assim desejarem, terão esse benefício de forma permanente. Se não fosse renovado, ele perderia a validade no fim deste ano.

“Vamos mandar uma lei para tornar a desoneração permanente. Não acredito que haja qualquer dificuldade de aprovação desta lei no Congresso”, declarou o ministro da Fazenda a jornalistas.

Atualmente, 56 setores da economia usufruem do benefício – que começou a ser implementado gradualmente pelo governo federal em 2011, com o lançamento do plano Brasil Maior. Um setor (não informado) manifestou interesse em sair do processo e deverá ser excluído.

Com a desoneração da folha de pagamentos, os setores beneficiados pagam o equivalente a entre 1% e 2% de seu faturamento – em vez dos 20% do pagamento da contribuição das empresas para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que existia anteriormente. Ao tirar tributos incidentes sobre os salários dos trabalhadores, o governo estimula a geração de empregos no país e melhora a competitividade das empresas brasileiras.

 Setores deram emprego

Segundo Mantega, a desoneração da folha de pagamentos é importante para a exportação. “Torna os setores mais competitivos. O objetivo [da medida, quando foi anunciada, em 2011] era reduzir custo trabalhista, mantendo os salários no patamar em que estavam. Também era concorrer melhor com produtos e serviços que vêm ao Brasil importados ou com os produtos lá fora, por meio das exportações brasileiras”, afirmou o ministro da Fazenda.

De acordo com ele, não houve demissões nos setores beneficiados pela medida, mas sim aumento do emprego. “Os setores empregaram mais do que os setores que não tiveram esse benefício. É uma das razões pelas quais o Brasil continua com baixíssimo desemprego. Também ouvimos os empresários dizendo que, a partir dessa desoneração, empresas brasileiras ganharam concorrências internacionais”, acrescentou Mantega.

O ministro declarou ainda que, no futuro, novos setores serão beneficiados com a desoneração da folha de pagamentos. “Ao longo do tempo, não neste ano, mas nos próximos anos, novos setores serão beneficiados, dando mais competitividade à estrutura produtiva brasileira. Se forem incluídos novos setores, isso acontecerá a partir de 2015. Mas tem de haver recursos [para isso]“, disse o ministro.

 Permanência já era esperada

A medida, apesar de ter sido confirmada somente nesta terça-feira pelo ministro da Fazenda, já era esperada, uma vez que, em dezembro do ano passado, a presidente Dilma chegou a afirmar, durante em café da manhã com jornalistas, que o benefício seria tornado permanente.

Mesmo com a desoneração da folha de pagamentos, que começou em 2011, o Brasil foi o país que mais perdeu posições no ranking mundial de competitividade nos últimos quatro anos, segundo estudo divulgado no último dia 22 pelo International Institute for Management Development (IMD) e pela Fundação Dom Cabral. De 2010 para 2014, o país caiu do 38º lugar para o 54º entre as 60 economias analisadas.

 Renúncia fiscal com a medida

A expectativa do governo federal é de que a renúncia fiscal (recursos que deixarão de ser arrecadados com a medida) seja de R$ 21,6 bilhões em 2014, informou o ministro da Fazenda. Nos quatro primeiros meses deste ano, segundo números da Secretaria da Receita Federal, o governo deixou de arrecadar R$ 7,66 bilhões por conta da desoneração da folha de pagamentos, valor que é maior do que o registrado no mesmo período do ano passado: R$ 3,31 bilhões. Em todo ano passado, o governo abriu mão de R$ 13,1 bilhões com a desoneração da folha de pagamentos, de acordo com dados do Fisco.

 Pesquisa da Confederação Nacional da Indústria

Levantamento realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) em janeiro deste ano com os empresários dos setores beneficiados revela que, para 96%, a medida foi “altamente positiva”. Para 91%, a medida melhorou o fluxo de caixa das empresas e, para 70%, a medida “aumenta a competitividade dos produtos no mercado externo”. Ao mesmo tempo, 63% responderam que o benefício ajudou a aumentar o nível de emprego, enquanto que 58% avaliaram que há, ou haverá, aumento no faturamento.

Fonte: globo.com

 

Dilma deve baixar ’pedágio’ para adesão ao Refis

27 de Maio, 2014

Em busca do apoio perdido nas hostes empresariais e no setor financeiro, a presidente Dilma Rousseff deve anunciar na próxima semana a redução do “pedágio” que será exigido pelo governo para a adesão ao programa de refinanciamento de dívidas fiscais, o chamado Refis.

É uma “cortesia” que será jogada no colo de quem ocupar o Palácio do Planalto no próximo ano. Na tentativa de aplacar os ânimos empresariais, Dilma avaliou internamente ser uma “medida necessária” neste momento.

Na avaliação do Planalto, as duas iniciativas devem ajudar a estimular investimento, considerado um calcanhar de Aquiles da economia brasileira, além de elevar a arrecadação tributária, o que também ajudará a fechar as contas públicas neste ano.

Em 2013, a desoneração da folha de salários custou R$ 13,2 bilhões ao Tesouro Nacional. Em compensação, o governo arrecadou R$ 21,8 bilhões com a reabertura do “Refis da crise” e a renegociação de dívidas fiscais de bancos e multinacionais brasileiras no exterior. Neste ano, outros R$ 12,5 bilhões do Refis devem engordar os cofres públicos, como previsto no decreto de reprogramação orçamentária divulgado ontem.

Preços

Embora recheado de acenos de boa vontade aos empresários de vários setores, a obsessão de Dilma em sua avaliação reservada sobre o cenário econômico é clara: “Inflação, inflação e inflação”, relata uma fonte do governo. Esse segue como principal drama às vésperas da eleição. E a presidente, também em sua pele de candidata, fará “de tudo” para evitar um descontrole.

A estratégia de represamento dos preços administrados, informa-se nos bastidores, seguirá ao longo deste ano. No setor de energia, o governo considera que as empresas elétricas ganharam um fôlego com os reajustes anuais ordinários, “acima de um dígito”, além do colchão representado pelo empréstimo de R$ 11,2 bilhões. Essas empresas “têm caixa”, segundo um auxiliar de Dilma, para segurar este ano, embora não possam voltar a investir pesadamente, sobretudo a combalida Eletrobras.

Combustíveis

A Petrobras deve ser autorizada a reajustar seus preços ainda este ano. Depois da eleição, é claro. Dilma avalia ainda não haver “espaço” para um reajuste agora, já que o índice oficial de inflação tem rodado muito próximo ao teto de 6,5% anuais. “Com 5,5% ou 5,8% no fim do ano, aí, é possível um reajuste”, diz a fonte. O aumento de gasolina tem um “efeito cascata” forte na economia. E, além disso, a Petrobras “não vai levar” tudo o que pedir. “Só um pedaço.”

A aposta de Dilma, segundo essa versão, está no efeito defasagem da elevação dos juros básicos da economia. Assim, o Banco Central não elevará a taxa Selic em sua reunião de quarta-feira. O presidente do BC, Alexandre Tombini, está “otimista” com a trajetória de queda acentuada em alguns preços, sobretudo no setor serviços, cujo índice ficou abaixo de 9% em 12 meses na prévia desta semana (IPCA 15).

O índice de difusão da inflação também está cedendo, e o preço dos alimentos, “como previsto”, recuou bastante. O efeito defasagem dos juros deve ocorrer agora, mesmo com a pressão sobre o setor de serviços nos 30 ou 40 dias da Copa do Mundo.

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Os Desafios do CT-e 2.0

21 de Maio, 2014

Assim como a Nota Fiscal Eletrônica, o Conhecimento de Transporte Eletrônico também está em constante evolução. A Nota Fiscal Eletrônica, precursora dos documentos fiscais eletrônicos, entra em sua versão 3.10 entre novembro de 2013 (NFC-e) e março de 2014 (NF-e). Já o Conhecimento de Transporte Eletrônico chega à sua segunda versão, chamada 2.00, em novembro de 2013.

Apesar de ainda não ser obrigatório para todos os tipos de transporte, o CT-e já é emitido por grande parte das empresas transportadoras. O modal rodoviário, onde se concentra mais de 60% da movimentação anual de cargas no Brasil começou a emitir o CT-e em 1º de agosto deste ano e segue um cronograma de obrigatoriedade que abrange as empresas optantes pelo Simples
Nacional, em 1º de dezembro.

A versão 2.00, que entra em produção em novembro, vem substituir a versão 1.04 do CT-e que deve ser totalmente desativada até junho de 2014. A adoção da versão 2.00 do CT-e traz novos desafios às empresas transportadoras, com alterações que impactam diretamente no ERP ou nos sistemas de gestão que são utilizados. A implantação do sistema de registro de eventos é o principal deles.

O sistema de registro de eventos do CT-e é o modelo genérico que permite o registro de evento de interesse do CT-e originado a partir do próprio contribuinte ou do fisco. Um evento é o registro de um fato relacionado com o documento fiscal eletrônico, sendo que esse evento pode ou não modificar a
situação do documento (por exemplo: cancelamento) ou simplesmente dar ciência sobre o trânsito deste documento (por exemplo: registro de passagem).

A Carta de Correção Eletrônica, ou CC-e, que deve ser utilizada para regularizar determinados erros ocorridos na emissão do CT-e é um dos novos eventos que deve ser implantado nas empresas. A partir da versão 2.00, ao invés de cancelar um CT-e e emitir outro em substituição, é possível utilizar a Carta de Correção Eletrônica quando for necessário efetuar alguma modificação que não altere o valor do imposto, a data de emissão ou saída da carga ou as informações do emitente, do tomador, do remetente ou do destinatário.

Merece destaque também o Registro do Multimodal: na versão 2.00 poderá ser emitido um único CT-e para acompanhar cargas que passam por diversas modalidades de transporte.Embora a implantação da versão 2.00 do CT-e em geral vá implicar em custo para adaptação nos sistemas das empresas, o momento é propício para revisar os procedimentos de gestão do CT-e, que se torna muito semelhante ao da NF-e, e racionalizar processos através da automatização. A médio prazo esta mudança pode se refletir em rotinas mais enxutas, confiáveis e eficientes, se traduzindo em qualidade na prestação de serviços e economia na gestão do negócio.

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Curso Financeiro

15 de Maio, 2014

Dias 28,29 e 30/05/2014

Abrangendo conceitos e operações: Contas a Pagar, Contas Correntes, Faturamento, Contas a Receber/Cobrança e Intercâmbio Bancário.

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Governo Irá Investir R$ 8 Bilhões em Obras Rodoviárias

13 de Maio, 2014

Plano do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes prevê 400 licitações para tentar tirar do papel 100 obras rodoviárias, em mais de 6,4 mil km.

Na reta final de seu mandato, a presidente Dilma Rousseff lançará 400 licitações para tentar tirar do papel 100 obras em todas as regiões do País. O “plano de metas” do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) prevê investimento de R$ 8 bilhões em estradas, duplicações, contornos, anéis rodoviários, pontes, viadutos e travessias urbanas. Serão, ao todo, mais de 6,4 mil km de obras.

Boa parte dos projetos está localizada em cidades de regiões metropolitanas das capitais do Sul, Sudeste e do Nordeste, bastante populosas.

O “mapa da mina” das obras, que movimentará empreiteiras, projetistas e consultorias, além de estimular empréstimos no mercado financeiro, está preservado do risco de paralisação no período eleitoral, a partir de julho. Como é dinheiro federal para obras públicas, sem a necessidade de assinatura de convênios com Estados e municípios, Dilma Rousseff poderá lançar os editais e as obras antes das eleições.

Licitações. Os novos projetos vão compor a robusta carteira do Dnit, hoje com R$ 10 bilhões de obras em andamento. Serão lançadas licitações para a obra, a supervisão do projeto e a gestão ambiental do conjunto. “Isso dá mais do que uma licitação por dia até o fim do ano”, diz o diretor-geral do Dnit, general Jorge Fraxe, ao Estado.

Parte dessas licitações será descentralizada às superintendências do Dnit nos Estados, o que pode reforçar a influência de políticos locais, muitos deles candidatos a deputado federal, senador ou governador. “Mas as obras complexas vão ficar aqui na sede”, rebate o general.

No orçamento do Dnit para 2014, cujo valor supera R$ 14 bilhões, também estão procedimentos de recuperação e manutenção de rodovias federais no valor de R$ 6 bilhões. “Estamos fazendo um revolução aqui no Dnit. Há pessoas insatisfeitas, erros se cometem, mas vamos acertando. O pior erro é a omissão”, diz Fraxe.

Obras. Entre as principais obras, estão os anéis viários do Recife e de Belo Horizonte, o Arco Sul da capital mineira, entre Betim e Nova Lima, e duplicações de rodovias em todas as regiões do País.

Na lista das prioridades, estão trechos da BR-101 na Paraíba, na área das divisas Bahia-Sergipe e Rio-São Paulo (Mangaratiba), além do interior do Paraná, entre Toledo e Marechal Cândido Rondon.

Também estão previstos editais para “melhorias” na região metropolitana de Porto Alegre, a construção de túnel na congestionada BR-101 no litoral de Santa Catarina, uma ampliação e implantação da via expressa de acesso a Florianópolis, a segunda ponte sobre o Rio Paraná, na fronteira Brasil-Paraguai, e as travessias urbanas de Santarém, Uberaba e Rondonópolis.

Na lista, figuram dezenas de pontes na rodovia Transamazônica, a ponte sobre Rio Araguaia, em Xambioá (TO), a duplicação e pavimentação da BR-163 (Cuiabá-Santarém).

Além disso, há licitações previstas para obras em áreas urbanas próximas a Fortaleza, Natal, Porto Velho, Vilhena, Altamira e Macapá, Ubatuba, Cachoeiro do Itapemirim, Juiz de Fora, Itaperuna, Ponta Grossa, Paranaguá, São Miguel do Oeste, Santa Maria, Santo Ângelo e Novo Hamburgo.

Minas. Nesta segunda-feira, a presidente Dilma Rousseff anunciou a liberação de R$ 2,5 bilhões para a duplicação da BR-381, no trecho entre Governador Valadares e Belo Horizonte. Ao lado do provável candidato do PT ao governo de Minas e seu ex-ministro Fernando Pimentel, ela criticou o governo mineiro e disse que o Estado precisa ser cobrado pelos atrasos nas obras do anel rodoviário de Belo Horizonte.

A presidente rebateu críticas de adversários pelas várias promessas de que iniciaria a duplicação da BR-381. Ela justificou que o governo pensou em conceder a rodovia, mas o alto preço do pedágio tornou essa opção inviável. “Mudamos para obra pública e isso explica o ano de atraso”, disse Dilma.

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Excesso de carga não traz ganho e sim prejuízo

15 de Abril, 2014

Alerta é do diretor técnico da NTC&Logística, Neuto dos Reis .

Conduzir um caminhão com sobrecarga é uma infração considerada média pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Se o motorista for flagrado, paga R$ 85,13, com um adicional que varia de acordo com a quantidade de carga que está acima do limite. A penalidade pode ser de até R$ 53,20 para quem está transportando um excedente superior a cinco mil quilos. Além disso, o caminhão fica retido até que seja providenciado o transbordo da carga.

Mas esta prática representa muito mais que uma violação da lei, ou um ganho adicional no frete. Significa um risco adicional para o motorista e o proprietário, para outros usuários da rodovia, danos ao caminhão e redução da vida útil do asfalto.

Além disso, conforme o diretor técnico executivo da Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística), Neuto Gonçalves dos Reis, a atitude cria uma condição de concorrência desleal: “O caminhoneiro leva uma lotação maior pelo mesmo preço, fazendo o frete baratear. Mas ele não conta o aumento do custo operacional, porque se você aumenta, por exemplo, 20% da carga em um eixo, isso dobra o efeito sobre o pavimento”. Ou seja, no final, o que parece ser vantagem reverte em custos adicionais com a manutenção do veículo, dos pneus, com o consumo de combustível, com as estradas mais esburacadas e com a redução da vida útil do caminhão.

Fonte: Frota e Cia

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Cobrança de Multas a Transportadores Infratores Bate Recorde na ANTT

8 de Abril, 2014

A arrecadação de multas decorrentes das infrações dos serviços de transporte rodoviário de cargas e de passageiros sofreu acréscimo superior a 100% nos três últimos anos. A evolução da arrecadação demonstra um aumento anual progressivo, e, em 2014, somente nos dois primeiros meses, o incremento foi de 35%, quando comparado ao mesmo período de 2013 (figura 1).
A maior efetividade na arrecadação deve-se à incorporação, a partir de 2012, de novos procedimentos ao processamento de autos de infração e à cobrança de multas, medidas que tornaram mais ágeis as fases de instrução e notificação. “Queremos coibir infrações, e a penalização por multas é um meio para disciplinarmos o setor. Porém, de nada adianta aplicarmos multas sem a garantia de que serão pagas”, reforça Carlos Nascimento, diretor da ANTT.

Para tanto, foram criados núcleos de trabalho para atividades específicas, com o objetivo de acelerar a tramitação dos processos. Os prazos dos processos passíveis de cobrança são cumpridos com rigor, e, para reduzir o volume de recursos pendentes de análise, a gerência responsável destacou uma equipe para acompanhamento dos processos até a sua conclusão.

Um convênio firmado com serviços de proteção ao crédito possibilitou negativar o transportador em débito com a ANTT, medida que impõe uma série de restrições aos inadimplentes, como dificuldades para realizar financiamentos e empréstimos.

Foi criado, também, o Núcleo de Atendimento ao Infrator/Usuário, que atende de imediato as solicitações de emissão de boletos de pagamento, dirime dúvidas e presta orientação aos transportadores fiscalizados. “O esforço da ANTT é para educar os transportadores para reduzir a quantidade de multas. Mas para isso, temos que garantir a efetividade da penalidade com o pagamento do que é devido”, comenta o Gerente de Processamento de Autos de Infração, Eduardo Marra.

O impacto dessas mudanças é nítido quando comparados os anos de 2011, quando foram arrecadados cerca de R$ 28,8 milhões, e 2012, cujo volume de arrecadação foi em torno de R$ 60,5 milhões (figura 2). As principais infrações cometidas pelos transportadores referem-se a excesso de peso, irregularidades no transporte de cargas e irregularidades cometidas por empresas de ônibus do transporte interestadual de passageiros.

RECEITA REALIZADA – COMPARATIVO 2013 E 2014

COMPARATIVO DE ARRECADAÇÃO – JANEIRO A FEVEREIRO

FONTE 174 ARRECADADO JAN A FEV 2013 ARRECADADO JAN A FEV 2014

TOTAL

8.119.828

10.957.724

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Transportes.gov.br

Investimento em Automação de Depósito Melhora Resultados

3 de Abril, 2014

O uso de tecnologia, com coletores de dados junto com um sistema que faz todo controle de cargas é uma ferramenta poderosa, que evita uma das maiores dores de cabeça de uma transportadora: o extravio de cargas.

A Translovato de Caxias do Sul, RS, obteve resultados expressivos apenas um ano após a implantação. “Reduzimos em 45% o número de erros desde que o uso da ferramenta amadureceu.”, comenta Duarte José Paniz, Gerente de TI da empresa.

O Automação de Depósito proporciona um controle altíssimo sobre a movimentação de cargas e de maneira muito simples. Utilizando a integração com o sistema, o coletor de dados avisa o conferente sobre qualquer irregularidade com a carga: desde envio ao destino errado até excesso no valor do transporte. “O aparelho registra a data, o horário e a matrícula do conferente, seja carregamento, entrega ou coleta. Facilita o destino certo da carga e garante a produtividade de cada um”, ressalta Everaldo, Gerente de TI da Transportadora Mann.

A adaptação ao uso do coletor é tão fácil quanto o seu funcionamento. Everaldo comenta que “o Automação de Depósito da agilidade nos processos do armazém, pois nos possibilita a verificação de uma carga em minutos. Nossa equipe operacional hoje jamais voltaria ao trabalho manual de anos atrás.”.

Na Transportadora Risso de Barra Bonita, SP, o resultado do uso do Automação de Depósito gerou uma redução de 60% no impacto dos extravios sobre faturamento da empresa, mesmo com apenas 85% da sua implantação finalizado. “Diminuímos muito o extravio. E mesmo quando o erro acontece, fica fácil rastrear por causa do log.”, comenta Marcos.

A economia gerada pelo controle automatizado, e consequentemente mais preciso, de movimentação de cargas supera os “gastos” de aquisição e implantação. O retorno sobre o investimento pode acontecer em questão de meses.

Para Duarte, da Lovato, “O investimento valeu a pena. Não só pela economia gerada, que já pagaria pelo produto, mas também, com a melhoria na qualidade do serviço entregue ao cliente.”.